Sobre

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Com as postagens que faço esporadicamente no meu blog, sempre tem alguém que me questiona como que nasceu o meu primeiro escrito. Olha, confesso sinceramente que a minha memória, tão congestionada anda um tanto confusa, afinal de contas hoje já são mais de 60 páginas de escritos. Ou melhor, “notas de rodapé ou pedaços de qualquer coisa”. Não me recordo do primeiro escrito. Só sei que foi assim: espontâneo. Olhei, contemplei, senti e escrevi. Alguns dos meus escritos estão incompletos. Não sei finalizar as coisas - os meus amores podem falar com mais propriedade (risos). Mas, tudo bem... Esse espaço, onde me debruço para escrever, esses amores, não vieram ao mundo para serem completados, e sim contemplados. Escrever me faz bem, muito bem! Escrever me faz mergulhar nas tantas lembranças e lambanças dessa minha jovem vida. Sou mais eu quando escrevo. Do lado de dentro do meu “confessionário” há tantas histórias escritas, tantos nomes gravados nas entrelinhas... E do lado de fora? Ah! Do lado de fora, os amigos. Àqueles que me rejuvenescem em cada sorriso espalhafatoso, em cada colo e vida partilhada. Talvez deva ter sido aí, no meio dessa “gostosidade” de viver que nasceu o meu primeiro escrito – que até hoje não foi publicado. Cada traço das palavras, naquele pedaço de papel ainda eram tímidas, tão tímidas que queriam se encolher naquele vão branco.

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Entre notas de rodapé - 2017

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