Aristóteles: a política é a arte do possível

Reproduzimos a convocatória feita pelo deputado Roberto Freiro a cerca da formação de uma chapa de oposição encabeçada pelos governadores de São Paulo e Minas Gerais. Conforme assevera Ricardo Vélez em seu blog: “A Política, dizia o filósofo Aristóteles, é a arte do possível. O Brasil entra em etapa crucial de sua história. É imperativo, para a dignidade da Pátria e a saúde das instituições republicanas, garantir, pelo voto, nas próximas eleições presidenciais, a substituiçpão dos atuais quadros situados à testa da administração do Estado (PT e partidos da base aliada), por uma chapa oposicionista integrada por José Serra e Aécio Neves, pertencentes, como todos sabem, ao mais importante partido da oposição, o PSDB. Devemos, no meu entender, cerrar fileiras ao redor dessa chapa, a única que tem reais possibilidades de vencer nas eleições presidenciais de outubro. ”

 

serraaecio thumb Aristóteles: a política é a arte do possível 

Prezados (as):
Já está pronto e assinado pelo Ferreira Gullar o Manifesto defendendo chapa Serra e Aécio para presidência representando a oposição brasileira.
Neste momento de intenso debate na sociedade sobre os rumos do país julgo importante convidarmos o maior números de personalidades e lideranças para assinar e ajudar a divulgar essa proposta que materializa uma alternativa democrática e progressista.
É só entrar no site e preencher os dados e ao receber o email de confirmação clicar no link para validar a assinatura e evitar fraudes.
Acesse e assine >
http://www.serra-aecio.com.br
Serra e Aécio a união para mudar o Brasil

O Brasil, definitivamente, deixou de ser um projeto com potencialidades e se transformou em uma nação referencial para todo o mundo. Embora ainda com fortes desequilíbrios e demandas sociais não atendidas, o país já conta com uma economia dinâmica e instituições democráticas estáveis. O povo brasileiro pode ousar mais e avançar em sua persistente aventura democrática.
O ano de 2010 surge no cenário como mais um momento crucial para renovar esperanças, formular projetos, estabelecer parcerias políticas corajosas voltadas para construir novos modelos de crescimento econômico e de desenvolvimento. Em seu centro, as eleições presidenciais, que definirão os rumos do país em um mundo que experimenta grandes transformações e enfrenta ainda os impactos de uma crise econômica global.
Os caminhos de um país continental como o Brasil devem ser traçados sem qualquer concessão ao maniqueísmo, ao espírito salvacionista, a acordos eleitorais espúrios e imediatistas. Devem se amparar em idéias e projetos reais, factíveis, democráticos, éticos, e se sustentar no espírito público.
Nesse sentido,conclamamos os governadores José Serra, de São Paulo, e Aécio Neves, de Minas Gerais, a comporem uma chapa para disputar o próximo pleito presidencial. Em poucos momentos da história é possível unir duas lideranças ilibadas e representativas em um torno de um projeto nacional democrático e progressista, vivemos um deles.
Serra e Aécio, nos cargos públicos que ocuparam, e ao longo dos anos, deram demonstração de competência, vocação pública e de compromisso com mudanças. Para dirigir o Brasil não precisam apresentar credenciais, já estão prontos, pois são o resultado do que tem de
melhor a experiência política nacional nos últimos 20 anos.
Nenhuma opção política pessoal que possa envolver esses dois grandes homens públicos brasileiros é mais estratégica que um projeto presidencial para 2010. Projeto esse que ultrapassa os limites do próprio PSDB e já se coloca como representativo de amplos segmentos políticos e sociais da nação brasileira.
Uma chapa Serra-Aécio significaria, antes de tudo, concretizar uma alternativa ao atual governo federal, que acertou ao dar curso a orientações que emanam de administrações próximas anteriores e fracassou ao não executar reformas agendadas e de grande alcance histórico como a política e a tributária. Seria sinalizar a toda a sociedade que um novo projeto ético na vida pública e na política é possível. Também simbolizaria a união de dois grandes estados – São Paulo e Minas Gerais – para a construção de um novo pacto federativo, reclamado pelas regiões e demais estados brasileiros. Ao mesmo tempo, alimentaria um grande esforço político e eleitoral de abrangência nacional, com reflexos positivos imediatos no processo de renovação dos governos estaduais e das representações nos diversos parlamentos republicanos.
Uma grande janela está aberta para que as esperanças se reacendam no Brasil.
Atenciosamente;
Roberto Freire

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