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	<title>Notas de Rodapé</title>
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		<title>E a oposição, como está e como fica?</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 14:36:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A situação do Brasil é a seguinte: estamos às voltas com o perigo da mexicanização da política brasileira, com o partido PTralha, e seu coirmão em safadezas, o PMDB, se tornando uma espécie de guarda-chuva onde todos os partidos nanicos, ou legendas de aluguel dos petralhas, se escondem. Um fenômeno parecido com o PRI (Partido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;">A situação do Brasil é a seguinte: estamos às voltas com o perigo da mexicanização da política brasileira, com o partido PTralha, e seu coirmão em safadezas, o PMDB, se tornando uma espécie de guarda-chuva onde todos os partidos nanicos, ou legendas de aluguel dos petralhas, se escondem. Um fenômeno parecido com o PRI (Partido Revolucionário Institucional) mexicano. Esta seria, ou será, pela quarta vez, a realização dos sonhos do patrimonialismo latino-americano, que se une as quimeras utópicas esquerdizantes. E, para piorar, os estes totalitários ainda se dizem democratas. Democracia, palavra que carrega uma gama de sentidos variados, e que aos moldes rousseaunianos quer dizer o esmagamento das minorias e o fim da representatividade, sendo o legislativo, quando existe, apenas o capacho corrupto do executivo. Algo tipo o que vemos atualmente na Venezuela.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre o que foi escrito acima, Ricardo Vélez, em seu blog, afirma que: “Está sendo implantado pelo atual governo, no Brasil, agressivo modelo de Estado patrimonial, que privatiza ainda mais as instituições republicanas em benefício da militância partidária petista e dos que se acolhem a essa sigla. Essa não seria senão mais uma etapa do nosso arcaico patrimonialismo, não fosse o viés totalitário que assoma por entre as frestas dos acontecimentos ao longo destes oito anos, manifestação que se torna mais translúcida em momentos de pugna eleitoral, como os que estamos vivendo.”</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_826" class="wp-caption alignleft" style="width: 157px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Alkmin.jpg"><img class="size-full wp-image-826" title="Alckmin" src="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Alkmin.jpg" alt="Alkmin E a oposição, como está e como fica?" width="147" height="190" /></a><p class="wp-caption-text">Geraldo Alckmin, 45, SP </p></div>
<p>Para que isso não venha a acontecer no Brasil, é preciso primeiramente entender que, política não é feita de quimeras e fantasias, que se o estado democrático-liberal tem defeitos, tem muito mais qualidades; que os defeitos devem ser corrigidos sim, mas de forma meditada e calcados na experiência; que a ausência ou o enfraquecimento do legislativo representa o enfraquecimento da nação.</p>
<p style="text-align: justify;">Colocados estes pontos, devemos observar alguns detalhes da atual eleição. Com a massificação do uso da máquina pública, em prol da candidata à presidente (biônica) da situação, e do “tiro no pé” dado pelo candidato da oposição ao renunciar ser OPOSIÇÂO a Lula (o vaidoso e ególatra), dando a eleição “de mão beijadas”, pelo menos virtualmente, só resta uma saída; investir nas candidaturas de oposição nos estados. Em São Paulo, parece que há um sopro de sanidade, e a oposição conseguirá manter um local de diálogo democrático, benéfico para o país. Já no segundo maior colégio eleitoral do Brasil, Minas Gerais, a briga está feia.</p>
<div id="attachment_829" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/09/anastasia2.jpg"><img class="size-full wp-image-829" title="anastasia" src="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/09/anastasia2.jpg" alt="anastasia2 E a oposição, como está e como fica?" width="200" height="148" /></a><p class="wp-caption-text">Anastasia, 45, MG</p></div>
<p style="text-align: justify;">Sabemos que Aécio Neves, a pesar de seus defeitos, e Itamar Franco são as melhores opções para o senado. Devemos acreditar, que estes senhores honrarão a oposição dificultando os planos de uma constituinte chavistas de Lula, Dilma, Dirceu e companhia. Para o governo do estado, caso a oposição tenha um lampejo de sanidade, deve investir TUDO para eleição de Antonio Anastasia. Com a preferência por este ultimo, ganharíamos uma nova liderança política, calcada no melhor da técnica e fora dos padrões da politicalha coronelista mineira, <em>à la</em> Helio Costa, e mesmo de Aécio. Anastasia não é Aécio! Até que se mostre o contrário, as eleições de Alckmin em São Paulo e de Anastasia em Minas, serão a verdadeira vitória da oposição – apontando o caminho para a racionalização da coisa pública, estes senhores poderão dar ao Brasil uma lição prática de política conduzida aos moldes weberianos.</p>
</div><div id="crp_related"><h3>Leia também...</h3><ul><li><a href="http://www.notasderodape.com.br/index.php/noticias/o-risco-de-um-pri-brasileiro.html" rel="bookmark" class="crp_title">O risco de um PRI brasileiro</a></li><li><a href="http://www.notasderodape.com.br/index.php/noticias/tucanos-abandonam-serra.html" rel="bookmark" class="crp_title">Bichos exóticos da política nacional: o &#8216;tucapeta&#8217;</a></li><li><a href="http://www.notasderodape.com.br/index.php/notas-de-rodape/aristteles-a-poltica-a-arte-do-possvel.html" rel="bookmark" class="crp_title">Arist&oacute;teles: a pol&iacute;tica &eacute; a arte do poss&iacute;vel</a></li><li><a href="http://www.notasderodape.com.br/index.php/notas-de-rodape/dem-aceita-chapa-tucana-pura-em-troca-de-apoio.html" rel="bookmark" class="crp_title">DEM aceita chapa tucana pura em troca de apoio</a></li><li><a href="http://www.notasderodape.com.br/index.php/notas-de-rodape/a-cara-do-patrimonialismo-lulista.html" rel="bookmark" class="crp_title">A cara do patrimonialismo lulista</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		<title>Bichos exóticos da política nacional: o &#8216;tucapeta&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 17:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@alephsouza</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nas Eleições 2010, a candidatura de José Serra sofre com o abandono daqueles que se dizem aliados. É a versão 2.0 do tucapeta, fenômeno surgido em Minas Gerais e que agora alça seu voo em cenário nacional. Como sempre, quem sai perdendo é a demcoracia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/09/tucapeta.jpg"><img class="size-medium wp-image-820 alignleft" style="margin-right: 3px;" title="tucapeta" src="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/09/tucapeta-229x300.jpg" alt="tucapeta 229x300 Bichos exóticos da política nacional: o tucapeta" width="229" height="300" /></a>A cada quatro anos a política nacional nos oferece uma criatura bizarra. Enéias, Clodovil e Frank Aguiar podem ser citados como exemplares desta estupenda fauna nacional que, mais uma vez, não nos decepciona. Embora a candidatura de Tiririca esteja dando o que falar, acredito que o palhaço não seja o espécime mais bizarro das eleições 2010. De norte a sul do país, o bicho estranho da vez é o <em>tucapeta</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O espécime foi avistado pela primeira vez nas montanhas da paisagem mineira, por ocasião das eleições municipais de 2008, quando Márcio Lacerda conseguiu a façanha de amealhar o apoio de Aécio Neves (PSDB) e de Fernando Pimentel (PT). Um dos primeiros a descrever a criatura foi Otávio Cabral, que, <a href="http://veja.abril.com.br/280508/p_056.shtml" target="_blank">na edição de nª 2062 da revista </a><em><a href="http://veja.abril.com.br/280508/p_056.shtml" target="_blank">Veja</a>, </em>assim o descreve: “ele não é petista, mas admira algumas características dos petistas. Também não é tucano, mas elogia as virtudes do PSDB”. As condições que concatenaram no surgimento da espécie foi descrita com exatidão: a alta popularidade do governo Lula, a fragilidade da oposição e a perseguição incessante pelo poder.</p>
<p style="text-align: justify;">De 2008 para cá, tal com um <em>pokemon</em>, o bicho evoluiu. Os 80% de aprovação de Lula  e a busca pelo poder acabaram por minar uma já débil oposição. Com medo de perder votos, aqueles que querem nos representar evitam confrontar o atual governo, deixando ao Deus dará aqueles que não concordam com os rumos do Brasil sob as mãos do senhor Luís Inácio Lula da Silva <em>et caterva</em>. A oposição – ou aqueles que se diziam <em>de </em>- parece ter adotado o discurso do “salve-se quem puder”, negligenciando ou abandonando a única candidatura com reais chances de fazer frente à hegemonia lulo-petista. Uma rápida pesquisa na rede mostra que velhas raposas da política nacional estão fazendo “corpo mole” no tocante à candidatura de José Serra. Se Lula e Dilma são onipresentes no horário eleitoral gratuito, Serra parece ter se tornado uma <em>persona non grata</em>, a julgar pelos programas de seus aliados.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente, não é preciso muito esforço para perceber os riscos de tal comportamento para a democracia. Nessa política do “farinha pouca, meu pirão primeiro” desaparece o debate, o confronto de idéias, e somos todos jogados na vala comum da tal hegemonia petista.</p>
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		<title>O risco de um PRI brasileiro</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 12:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desenha-se, enfim, um cenário sombrio em que a política se limitaria aos jogos de poder, com os sórdidos lances habituais, dentro da coalizão hegemônica. Estarão criadas as condições para o surgimento de uma versão brasileira - com duas faces, a do PT e a do PMDB - da "ditadura perfeita" vivida pelo México décadas a fio sob o controle do PRI, o Partido Revolucionário Institucional. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;">- O Estado de S.Paulo, 24 de agosto de 2010 </span><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na sucessão presidencial de 1994, a vitória de Fernando Henrique representou para o PT mais do que um revés nas urnas: foi uma derrota política autoinfligida pela decisão, ideologicamente motivada, de considerar o Plano Real um estelionato eleitoral &#8211; enquanto, nos comícios do tucano, as multidões agitavam notas da nova moeda. Só 8 anos depois, quando engavetou o programa aprovado no congresso partidário de Olinda e pintou o seu eterno candidato com as cores tranquilizadoras da paz e do amor, o PT se reabilitou politicamente ao aceitar o programa do ministro Palocci, de cujo êxito colhe agora os formidáveis dividendos eleitorais. </span></p>
<div id="attachment_815" class="wp-caption alignleft" style="width: 204px"><span style="color: #000000;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/08/images.jpg"><img class="size-full wp-image-815 " title="lula-cávez" src="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/08/images.jpg" alt="O Totalitarismo Latino-Americano" width="194" height="260" /></a></span><p class="wp-caption-text">O Totalitarismo Latino-Americano</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O segundo fracasso consecutivo do petista não estilhaçou o partido nem o impediu de se manter à tona aos olhos dos setores da sociedade de que se fazia porta-voz, desencadeando uma furiosa, persistente e não raro torpe campanha contra a reforma do Estado promovida pelo governo do PSDB. No poder, aliás, o lulismo não se aventurou a revertê-la, apesar do aparelhamento e do inchaço da máquina federal. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Já um segundo fracasso das aspirações presidenciais de Serra irão muito além do destino de um dos mais experientes políticos brasileiros. Pelo que se pode prever, a partir do histórico da disputa pelo poder entre os principais grupos antagônicos em cena, as colunas do edifício político desabarão sobre os tucanos com uma força destrutiva que o PT jamais experimentou na esteira de um malogro nas urnas. A sigla da estrela não se desmoralizou depois de 1994 porque continuou a ter um líder de talento político e amplo apelo de massas, cuja obstinação não diminuiria nem com a derrota seguinte, daí a 4 anos, depois da qual o PT manteve a sua implantação no País e seguiu trajetória ascendente nas eleições locais e parlamentares.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No caso dos tucanos, vencido Serra, tudo irá conspirar contra a possibilidade de se reerguerem. Até onde a vista alcança, justamente quando Lula passar a faixa a uma figura que é o seu oposto em matéria de projeção pessoal e política, faltarão ao PSDB &#8211; ou ao que restar dele &#8211; as condições para finalmente exercer o papel de oposição de que se furtou quase sempre por medo da popularidade do presidente. A falta de condições pode ser antevista na crise da campanha de Serra. A cada nova pesquisa, mais os tucanos obedecem à chamada Lei de Muricy &#8211; a de cada um por si.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao que tudo indica, o destino do PSDB é o confinamento em um único reduto político de peso, com a quase certa eleição de Geraldo Alckmin em São Paulo. A eventual derrota do ex-vice-governador Antonio Anastasia para o ex-ministro Hélio Costa em Minas ainda privará o partido de um novo líder em condições de reconstruí-lo, como seria obviamente o caso de Aécio Neves, o patrono de Anastasia a quem Serra se impôs como presidenciável. A escassez de condições objetivas deverá se acentuar com os ganhos que a frente governista terá no Congresso. Na Câmara e no Senado, PT e PMDB disputam qual será o dono da maior bancada. Nessa última Casa, PSDB e DEM devem ficar com a metade de suas cadeiras atuais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Desenha-se, enfim, um cenário sombrio em que a política se limitaria aos jogos de poder, com os sórdidos lances habituais, dentro da coalizão hegemônica. Estarão criadas as condições para o surgimento de uma versão brasileira &#8211; com duas faces, a do PT e a do PMDB &#8211; da &#8220;ditadura perfeita&#8221; vivida pelo México décadas a fio sob o controle do PRI, o Partido Revolucionário Institucional. </span></p>
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		<title>Fake, script ou robô?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 22:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@alephsouza</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O coordenador da campanha para web de Dilma Rousseff (PT), Marcelo Branco, afirmou que o &#8220;Cala Boca, Dilma&#8221;, que tomou conta do Twitter desde segunda-feira (9), é uma fraude. &#8220;O &#8216;Cala Boca, Dilma&#8217; é uma fraude. Não vamos fazer nenhuma resposta, pois nossa campanha é propositiva e está baseada em comentários positivos sobre a nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p align="justify"><!--<br />
<!  .style1 {font-style: italic} --></p>
<div id="attachment_801" class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><img class="size-full wp-image-801" title="marcelo-ffffff" src="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/08/marcelo-ffffff.jpg" alt="O robozinho aqui dará sua contribuição no twitter para o &quot;Cala Boca Dilma&quot;" width="465" height="260" /><p class="wp-caption-text">O robozinho aqui dará sua contribuição no twitter para o &quot;Cala Boca Dilma&quot;</p></div>
<p style="text-align: justify;">O coordenador da campanha para web de Dilma Rousseff (PT), Marcelo   Branco, afirmou que o &#8220;Cala Boca, Dilma&#8221;, que tomou conta do Twitter   desde segunda-feira (9), é uma fraude. &#8220;O &#8216;Cala Boca, Dilma&#8217; é uma   fraude. Não vamos fazer nenhuma resposta, pois nossa campanha é   propositiva e está baseada em comentários positivos sobre a nossa   candidata&#8221;. Insinuando que o movimento teria sido coordenado por   adversário da petista &#8211; os quais ele não especificou -, Branco disse que   &#8220;estão enganando quem os contratou para fazer a campanha. É uma   &#8216;mutreta&#8217; na internet, não uma coisa concreta de quem está apoiando a   candidatura dele&#8221;, afirmou ao <strong>Terra</strong>.</p>
<p align="justify">Branco participou mais cedo de um painel sobre o uso da internet nas   eleições, ao lado dos coordenadores de campanha para a web de Serra e   Marina Silva, Sérgio Caruso e Caio Túlio Costa, respectivamente. Durante   sua fala, o coordenador petista alfinetou por diversas vezes a   estratégia de ataques dos adversários. &#8220;Quantos comentários positivos   meu candidato tem na rede? É isso que a gente está avaliando. Se você   tem um candidato que só consegue produzir comentários negativos sobre   seus adversários, mas não consegue produzir comentários positivos sobre   sua candidatura, eu acho que é uma estratégia fraca&#8221;.</p>
<p align="justify">O &#8220;Cala Boca, Dilma&#8221; começou durante entrevista que o <em>Jornal Nacional</em> realizou com a candidata na última segunda-feira (9). Desde então,   Dilma não saiu da lista dos assuntos mais comentados no Twitter.  Na   entrevista, Dilma cometeu algumas gafes simples de linguagem, o que fez   com que os tuiteiros criassem o bordão, inspirado no &#8220;Cala a Boca,   Galvão&#8221;, que fez sucesso durante a Copa.</p>
<p style="color: #666666;" align="left"><span class="style1">Bruna Carolina Carvalho</span></p>
<p><a rel="nofollow" href="http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/0,,OI4620293-EI15315,00-Cala+boca+Dilma+e+uma+fraude+afirma+Marcelo+Branco.html" target="_blank">Terra</a></p>
<p style="color: #666666;" align="left">____________________________________________________________</p>
<p align="justify"><span style="color: #000080;">Para o coordenador de internet de Dilma Rousseff, esse negócio de &#8220;novas mídias&#8221; só é legal quando funciona a seu favor. Se for prá apoiar qualquer causa ligada à mentalidade esquerdóide é &#8220;mobilização popular&#8221;, como no recente #diasemglobo onde, em nome de uma defesa de Dunga, aproveitou-se para por em dia o ódio comezinho à emissora. No caso, se for prá avacalhar o mau desepenho da candidata do governo, é tramóia, mutreta, mera manipulação de linguagem binária prá esconder a falta de propostas do &#8220;outro lado&#8221;. As mobilizações populares <em>verdadeiras</em> deverão ser protocoladas em instâncias partidárias de esquerda, senão não ganham o selo &#8220;movimento legal&#8221;. Se você não pensar como eles, será rebaixado a mero <em>fake</em>, <em>script</em> ou robô do lado negro da força. Certamente existe uma mente iluminada, sentada na cátedra de Marx recebendo vozes do além que legitimam a mobilização popular.</span></p>
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		<title>Davi e Golias: Adolescente repreende Lula e Cabral</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 23:12:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Leia também...O cidadão e os donos do poderChaves une a Am&#233;rica&#8230;Bichos exóticos da política nacional: o &#8216;tucapeta&#8217;É Cabral&#8230;Musiquinha da gota: &#8216;É Lula apoiando Collor, é Collor apoiando Dilma&#8217;&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Leia também...O cidadão e os donos do poderChaves une a Am&#233;rica&#8230;Bichos exóticos da política nacional: o &#8216;tucapeta&#8217;É Cabral&#8230;Musiquinha da gota: &#8216;É Lula apoiando Collor, é Collor apoiando Dilma&#8217;&#8230;]]></content:encoded>
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		<title>O cidadão e os donos do poder</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 22:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@alephsouza</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos diante de um surpreendente e agradável detalhe nestas eleições: a internet. As notícias se espalham em uma velocidade espantosa, feito rastilho de pólvora. Nada passa alheio aos atentos usuários da rede, que certamente já provocam um certo incômodo naqueles que deveriam nos representar. Não é à toa, que “democratas” como Hugo Chávez e Ahmadinejad [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div id="attachment_783" class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><img class="size-full wp-image-783" title="lula-recebe-burgues" src="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lula-recebe-burgues.jpg" alt="Na foto, Lula é recebido por representante do &quot;esporte burguês&quot; (Foto: Ricardo Stuckert/PR)" width="465" height="310" /><p class="wp-caption-text">Na foto, Lula é recebido por representante do &quot;esporte burguês&quot; (Foto: Ricardo Stuckert/PR)</p></div>
<p style="text-align: justify;">Estamos diante de um surpreendente e agradável detalhe nestas eleições: a internet. As notícias se espalham em uma velocidade espantosa, feito rastilho de pólvora. Nada passa alheio aos atentos usuários da rede, que certamente já provocam um certo incômodo naqueles que deveriam nos representar. Não é à toa, que “democratas” como Hugo Chávez e Ahmadinejad começam a centrar fogo nesta nova trincheira que se abre. Seja em blogues, imprensa online ou em 140 caracteres, o cidadão tem agora um novo aliado na repercussão das mazelas que nos cercam.</p>
<p style="text-align: justify;">Ontem, por exemplo, a noite foi marcada pelos comentários suscitados por um vídeo, gravado por um adolescente de 17 anos, no melhor estilo candid câmera (aquelas câmeras escondidas que nos permitem captar imagens, digamos, mais “naturais”. Na gravação, o adolescente dirige-se ao presidente Lula dizendo que gostaria de um espaço para praticar tênis em sua comunidade. Recebe a resposta que “tênis é esporte da burguesia” e que seria melhor que o rapaz praticasse natação. O adolescente retruca, afirmando que a piscina do complexo esportivo da comunidade (Manguinhos) fica fechada nos finais de semana. Irritado com a reclamação do cidadão, Lula dirige-se às autoridades estaduais de forma grosseira cobrando providências para que o complexo seja aberto à comunidade. O que move o presidente da República, no entanto, não é a preocupação com o simples fato de que a obra é resultado do esforço público, que está ali para servir ao público: diante da reclamação, Lula preocupa-se em contabilizar possíveis “prejuízos políticos”.</p>
<p style="text-align: justify;">Na seqüência do vídeo, o adolescente queixa-se do fato de todo dia acordar com o caveirão na sua rua, o que parece acender a ira do governador Sérgio Cabral, que retruca: “Caveirão na sua porta, malandragem? E o tráfico?” Na negativa do adolescente em relação ao tráfico na rua, Cabral emenda “deixa de ser otário, você está fazendo discurso de otário. Bota essa inteligência para estudar, sacana&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A quem recorrer em tal situação? O presidente preocupa-se com o “prejuízo político” e o governador, de maneira preconceituosa, ataca a conduta do cidadão. Pouca importa a voz ou a sua realidade. Fica evidente que o importante é a perpetuação no poder, mesmo que isto signifique passar por cima do cidadão. Acusar, mentir, distorcer e manter as aparências: vale tudo nesse jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao Leandro, autor do vídeo, ficam os agradecimentos pela coragem. Afinal, o seu ato é gigantesco: diante do Leviatã, ousou levantar sua voz. Que nos sirva como exemplo.</p>
<p align=justify">
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KOKS_apCwzA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/KOKS_apCwzA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object>
</p>
<p style="text-align: justify;">@alephsouza</p>
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		<title>Diplomacia da mesa do bar de Tia Rosa</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 12:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[José Nêumanne &#8211; O Estado de S.Paulo 04 de agosto de 2010 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus lugar-tenentes &#8211; o ministro oficial Celso Amorim e o chanceler oficioso Marco Aurélio Garcia &#8211; têm surpreendido o mundo com um tipo de política externa pouco respeitado, pelo menos entre Estados democráticos de Direito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_780" class="wp-caption alignleft" style="width: 279px"><img class="size-full wp-image-780 " title="lula_e_dilma" src="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lula_e_dilma.jpg" alt="Lula o amigo do totalitarismo e sua candidata ao Planalto" width="269" height="179" /><p class="wp-caption-text">Lula (o amigo do totalitarismo) e sua candidata ao Planalto</p></div>
<p>José Nêumanne &#8211; O Estado de S.Paulo 04 de agosto de 2010</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus  lugar-tenentes &#8211; o ministro oficial Celso Amorim e o chanceler oficioso  Marco Aurélio Garcia &#8211; têm surpreendido o mundo com um tipo de política  externa pouco respeitado, pelo menos entre Estados democráticos de  Direito no Ocidente: a diplomacia da conveniência. Trata-se de uma  leitura heterodoxa da ética da conveniência de Max Weber. E esse  aparente pragmatismo a toda custa se traduz no slogan que o ministro de  Relações Exteriores brasileiro cunhou para explicar a súbita adesão do  chefe de governo brasileiro ao pleito de Teodoro Obiang Nguema Mbasogo,  tirano da Guiné Equatorial, país de colonização espanhola e francesa, de  entrar na comunidade lusófona: &#8220;Negócio é negócio.&#8221;</p>
<p>Essa retórica de fazer corar o mais pétreo dos especuladores do  mercado de capitais passou por cima de graves acusações de violação de  direitos humanos. E, pior ainda, do fato de o ditador ter sido  considerado o oitavo governante mais rico do planeta pela revista  Forbes, apesar de (ou seria et pour cause?) o país por ele governado ser  um dos mais pobres do paupérrimo continente africano. Mas esta não foi a  primeira nem a única vez que Sua Excelência, do alto de sua respeitável  biografia de herói da democracia construída sobre os escombros do  regime autoritário tecnocrático-militar no Brasil, fez pouco-caso da  vida humana em benefício das próprias conveniências, que ele e seus  áulicos confundem com as da Pátria. Mais chocante que o relógio de ouro e  diamantes exibido pelo mandachuva há 31 anos em seu país, o mais antigo  presidente da África inteira, foi a gargalhada flagrada pelos  fotógrafos quando Lula conversava com Raúl Castro, o irmão mais novo de  Fidel, no instante em que o cubano era informado da morte do prisioneiro  dissidente em greve de fome Orlando Zapata. O escárnio do líder de um  partido que se diz de trabalhadores pobres, ao manifestar tal descaso  pelo sacrifício do preso negro, pedreiro e mártir de uma ditadura ainda  mais longeva que a de Nguema, assustou, mais do que surpreendeu, as boas  almas do mundo que devotam genuína admiração ao self made man que  ascendeu da mais baixa à mais alta escala social, tornando-se o mais  poderoso e popular governante do Brasil desde o desembarque do português  Tomé de Souza em praias da Bahia. E o susto foi tão legítimo como a  admiração.</p>
<p>Engana-se, contudo, redondamente quem imaginar que essa gargalhada  tenha sido o ápice das desastradas intervenções brasileiras no episódio  dos dissidentes cubanos. Lula comparou-os com bandidos comuns em prisões  brasileiras. E Marco Aurélio Garcia tentou ficar com o crédito pela  libertação esporádica de um grupo deles, dizendo que os espanhóis, que  participaram efetivamente do acordo que os soltou, só fizeram o gol numa  jogada armada pelo Itamaraty.</p>
<p>A diplomacia lulista não precisou sair do Caribe para armar mais uma  confusão causada por essa mistura de arrogância e ignorância que o  professor Roberto Campos chamava de &#8220;arrognância&#8221;. Num lance de  grosseria explícita, Sua Excelência resolveu ignorar a presença de  Álvaro Uribe na presidência da Colômbia, menosprezando a soberania do  vizinho amigo e democrático para beneficiar o compadre venezuelano Hugo  Chávez. O desrespeito se assemelha a negar pedido de extradição do  criminoso Cesare Battisti pela Itália, soberana e democrática, que lhe  teria negado pleno direito de defesa.</p>
<p>A presidência da Colômbia, entre um vizinho arruaceiro e outro  grosseiro, emitiu nota oficial na qual resumiu em poucas linhas a  mentalidade que comanda a política externa brasileira nos últimos sete  anos e sete meses: Lula tem dificuldade de distinguir o pessoal do  institucional. Hábil negociador sindical, confunde a negociação em  fóruns internacionais com as noitadas no bar de Tia Rosa, em São  Bernardo, onde decidia os passos dos metalúrgicos nas greves no fim dos  anos 1970. Para retaliar Uribe ele se dirigiu diretamente a Juan Manuel  Santos, o eleito que tomará posse na presidência colombiana sábado,  adotando atitude idêntica à assumida no mesmo dia pelas Farc.</p>
<p>Há uma semana, o jeito peculiar do lulismo de tratar da soberania dos  povos produziu outra pérola da insensibilidade diplomática, quando o  presidente brasileiro se recusou publicamente, como havia feito com os  dissidentes cubanos, a pedir a comutação da pena de apedrejamento de uma  mulher iraniana a seu &#8220;amigo&#8221; Mahmoud Ahmadinejad. &#8220;As pessoas têm  leis. Se começarem a desobedecer às leis deles para atender ao pedido de  presidentes, daqui a pouco vira uma avacalhação&#8221;, justificou seu  desinteresse pela vida de Sakineh Mohammadi Ashtiani, viúva acusada de  adultério.</p>
<p>Mas Lula, o insensível, virou Lula, o magnânimo, em seu palco  preferido, o palanque de sua candidata à própria sucessão, Dilma  Rousseff, em Curitiba, sábado passado. Ali, na certa convencido de que  lhes seria mais conveniente apelar pela vítima do que apoiar o carrasco,  candidatou-se, com uma frase infeliz, a herói mundial pela comutação da  pena capital da mãe de dois filhos condenada por adultério, que, em  países democráticos, caso do Brasil, nem é mais passível de pena como  crime ou sequer contravenção. &#8220;Se vale minha amizade e o carinho que  tenho pelo presidente do Irã e pelo povo iraniano, se esta mulher está  causando incômodo, nós a recebemos no Brasil&#8221;, disse ele.<br />
O recuo de Lula, mesmo não sendo atendido pelo destinatário, deve  ser relevado em nome da boa causa. Elogiável será o efeito da  metamorfose ambulante do presidente brasileiro pelo resultado que pode  produzir. Mas não é exagerado lembrar que vidas humanas estão acima de  interesses negociais e que a amizade pessoal nunca deve prevalecer sobre  a liberdade individual. É bom que a diplomacia de conveniência do  governo lulista tenha abraçado uma causa justa, mas tal mudança só  produzirá efeitos positivos se vier com a consciência de que em  diplomacia a conveniência não pode abrir mão do respeito.<br />
JORNALISTA E ESCRITOR, É EDITORIALISTA DO &#8220;JORNAL DA TARDE&#8221;</p></div>
<p style="text-align: justify;">﻿</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Em palanque, o chefe da Nação.</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 04:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@alephsouza</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em evento pró-Dilma, o Presidente da República despacha questões de Relações Internacionais, conforme nos informa a Folha: &#8220;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neste sábado, em Curitiba (PR), que vai pedir ao líder do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que envie a iraniana condenada à morte por apedrejamento ao Brasil, onde poderá receber asilo. Sakineh [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div id="attachment_770" class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><img class="size-full wp-image-770" title="presidente-palanqueiro" src="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/08/presidente-palanqueiro.jpg" alt="presidente palanqueiro Em palanque, o chefe da Nação." width="465" height="260" /><p class="wp-caption-text">A Granja do Torto amplia seus limites e o próprio decide agora aliviar seus colegas de alguns &quot;transtornos&quot; (foto: Roberto Stucker Filho/Divulgação).</p></div>
<p style="text-align: justify;">Em evento pró-Dilma, o Presidente da República despacha questões de Relações Internacionais, conforme nos informa a <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mundo/775799-lula-apela-ao-lider-do-ira-para-enviar-condenada-a-morte-por-apedrejamento-ao-brasil.shtml" target="_blank">Folha</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neste sábado, em Curitiba (PR), que vai pedir ao líder do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que envie a iraniana condenada à morte por apedrejamento ao Brasil, onde poderá receber asilo. Sakineh Ashtiani já recebeu 99 chibatadas como punição por manter &#8216;relacionamento ilícito&#8217; com um homem.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8216;Se vale a minha amizade com o presidente do Irã e se ela [a mulher condenada] estiver causando incômodo lá, nós a receberemos no Brasil de bom grado&#8217;, disse Lula, acrescentando que vai telefonar para o iraniano e conversar sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8216;Acho que nada justifica o Estado tirar a vida de alguém. Só Deus pode fazer isso&#8217;, disse o presidente.</p>
<p style="text-align: justify;">A candidata à Presidência Dilma Roussef, em entrevista também em Curitiba, falou que a decisão do governo de Teerã &#8216;fere&#8217; a &#8216;nós que temos sensibilidade, humanidade&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dois participaram no Paraná de um evento da campanha da candidata à Presidência&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">____________________________________________________________</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O senhor Luís Inácio Lula da Silva chama a todos nós de idiotas e rasga<img class="alignright size-full wp-image-773" title="Iraniana" src="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Iraniana.jpg" alt="Iraniana Em palanque, o chefe da Nação." width="239" height="366" /> qualquer noção de coisa pública que ainda subsiste neste País. Em um palanque, num clima de comício, decide o senhor Presidente da República despachar sobre assuntos de relação de nação para nação. Este fato atesta que vivemos, agora, no mais velho e selvagem patrimonialismo. A Granja do Torto amplia seus limites e o próprio decide agora aliviar seus colegas de alguns &#8220;transtornos&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Reparem nas palavras do senhor Presidente. A vida de uma pobre mulher condenada à morte por uma mentalidade digna do século VIII nada vale; Lula &#8220;aceita&#8221; o exílio de Sakineh para aliviar  Mahmoud Ahmadinejad de um &#8220;incômodo&#8221;. </em></p>
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		<title>Filosofias nacionais: um estudo de caso</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 13:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia & etc.]]></category>
		<category><![CDATA[Notas de Rodapé]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Reale]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Marco Antonio Barroso Temos que a questão das filosofias nacionais, principalmente o problema da filosofia Brasileira, tem sido discutida intensamente pela corrente filosófica do culturalismo, notadamente por Miguel Reale, Antonio Paim, Ricardo Vélez Rodriguez, Leonardo Prota, entre outros. É por este tipo de abordagem que optamos em nosso estudo, pois ele favorece à compreensão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: right;">Por: Marco Antonio Barroso</p>
<p style="text-align: justify;">Temos que a questão das filosofias nacionais, principalmente o problema da filosofia Brasileira, tem sido discutida intensamente pela corrente filosófica do culturalismo, notadamente por Miguel Reale, Antonio Paim, Ricardo Vélez Rodriguez, Leonardo Prota, entre outros. É por este tipo de abordagem que optamos em nosso estudo, pois ele favorece à compreensão do tipo estudo ao qual este testo se propõe. O culturalismo pode ser definido como</p>
<p style="text-align: justify;">A escola neokantiana de Baden que defendia a mudança da característica homogênea e imutável das categorias Kantianas, criando categorias mutáveis que nasceriam continuamente de acordo com os valores geográficos e históricos.?Sob a influência de Heidegger e devido à nova noção de física colocaram em xeque a própria natureza a prioristica do espaço e do tempo, os revelando como entidades que estão dentro do homem de forma dinâmica. (Tondineli, 2005, p.14).</p>
<p style="text-align: justify;">Partindo do pressuposto que as categorias são elementos dinâmicos os culturalistas propõem uma relação construtiva entre estas e o meio cultural. Encarada desta forma a categoria da universalidade, exigida às filosofias, “não é de uma perspectiva filosófica, detentora da verdade universal, mas da possibilidade contínua do homem reler seus fundamentos,&#8230;, propondo mudanças e construindo novos paradigmas. A universalidade não e da pergunta, pois esta é mutável de acordo com a história, mas da possibilidade de fazê-la.” (Tondinele, 2005, p.14). Portanto, a originalidade advém de uma discussão gerada no seio de um grupo cultural, e da necessidade questionadora desse grupo e do desenvolvimento do poder de criação filosófica de cada pessoa. A filosofia é própria quando não é cópia, mas quando é um projeto de criação cultural autêntica, pertencente ao íntimo do homem que a pensa, em suas conjecturas culturais e lingüísticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Antônio Paim os sistemas nascem da necessidade de fundamentar um mundo que a experiência torna fenomênico, e do compromisso com a verdade, mas a história da filosofia veio nos mostrar que o processo de criação filosófica não se restringe apenas a esses, que outras formas de explicar o mundo existem e precisam ser consideradas (Carvalho, 2000, p.1-2). Seriam estas outras formas as perspectivas e os problemas. As perspectivas correspondem a uma visão irredutível da realidade, cujos dois grandes exemplos seriam: as perspectiva platônica e kantiana, e a opção por uma delas superaria as estruturas racionais, sendo os sistemas um esforço para estruturar a totalidade do saber sob uma perspectiva.(Carvalho, 2000, p.2). “Antônio Paim considera, porém, que os sistemas são formas passageiras, ficando os problemas que as animem, sendo que: “Os problemas emergem do curso histórico concreto e estão relacionados aos desafios que cada tempo impõe ao homem e tem a duração  maior que os sistemas, (&#8230;). É como reflexão em torno dos problemas que a meditação filosófica mostra-se a realização de um processo, continuando pelo tempo.” (Carvalho, 2000, p.2).  Ao falarmos de filosofias nacionais não estamos, portanto, falando de um pensamento que sirva apenas a um povo, nada seria mais contrário à filosofia. Como afirma José Maurício de Carvalho, em seu livro <em>Curso de Introdução à Filosofia Brasileira</em>: “A filosofia tem em suas raízes a pretensão de ser um saber universal (&#8230;). No entanto, pela preferência que dá a determinados problemas, em virtude de certa sensibilidade a eles, desenvolvem-se as filosofias nacionais.”(Carvalho, 2000, p.2). Sendo o supra escrito retrato claro do pensamento culturalista exposto anteriormente.</p>
<p style="text-align: justify;">Encontramos, ainda, em <em>Tópicos Especiais de Filosofia Moderna, </em>do professor Ricardo Vélez Rodrigues (1995, p.12), citação feita ao método de Eduardo A. Soveral, que traça, baseado em análise fenomenológica, quais devem ser, em seu entendimento, as linhas mestras na busca de uma metodologia filosófica para o estudo das filosofias nacionais. Vejamos, pois quais são:</p>
<p style="text-align: justify;">(a)Determinação de filosofemas; (b) estudo da formação histórica desses problemas; (c) determinação do desenvolvimento lógico historicamente dado a este problema; (d) consideração do desenvolvimento histórico dado à vigência dessas soluções nos vários contextos sociais; (e) apreensão das novidades que implicam a formação de novos filosofemas e/ou a reformulação dos já existentes; (f) explicação das articulações que determinam os novos filosofemas ou sua reformulação; (g) determinação dos novos filosofemas e/ou suas modificações.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Breve estudo de caso: Miguel Reale</strong></p>
<div id="attachment_764" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><img class="size-full wp-image-764" title="miguelreale" src="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/07/miguelreale.jpg" alt="miguelreale Filosofias nacionais: um estudo de caso" width="210" height="211" /><p class="wp-caption-text">Foto do filósofo e jurista Miguel Reale</p></div>
<p style="text-align: justify;">Gostaríamos de partir de uma breve caracterização histórica sobre o pensamento de Miguel Reale. Deixaremos de lado sua formação e sua vida, optando por um enfoque que tangencia mais suas idéias. Segundo nos informa o historiador da filosofia no Brasil, Antonio Paim, a posição filosófica assumida por Reale “situa-se no plano do neokantismo da Escola de Baden, [...], seguindo a trilha aberta por Hermann Cohen (1842-1918) os pensadores filiados a Baden trataram de compreender e enfatizar a singularidade da cultura – donde a emergência da corrente filosófica denominada <em>culturalismo</em>.” (Paim, 1995, p.35). A partir de uma leitura crítica “Reale iria destacar que o neokantismo de Baden, ainda se ressente de um conceito formal de cultura, que cuidará de superar. Mas, nesta adesão ao neokantismo Reale iria fazer sobressair uma das notas marcantes de seu espírito – quando se trata de problemas filosóficos nucleares – que é a de não se satisfazer com as soluções a que chega, estando sempre disponível para discuti-las e reexaminá-las.” (Paim, 2003, p.35) É aqui que podemos perceber outra grande influência que recebeu o filósofo brasileiro, a de Rodolfo Mondolfo (1877-1976), que segundo Paim, “consiste na percepção de que se vive um tempo em que se dá a prevalência do aprofundamento da consciência filosófica, mediante a ênfase nos problemas e o correlato abandono dos sistemas.” (Paim, 1995, p.35). No que tange à “reconstituição da trajetória filosófica que vinha empreendendo, tomada em seu aspecto geral,” a partir dos anos 60, “iniciou-a com o ensaio ‘Ontognoseologia, fenomenologia e reflexão crítico-histórica,’ aparecido na <em>Revista Brasileira de Filosofia </em>[Reale, 1966].” (Paim, 1995, p.36). Trata-se de uma primeira sistematização do diálogo que Reale emprende com a fenomenologia husserliana. “O ápice da abordagem temática considerada seria alcançado com a publicação de <em>Experiência e cultura</em>, ocorrida em 1977. Na terminologia de Reale, não mais cabe falar-se separadamente de Ontologia e Gnoseologia, mas de <em>Ontognoseologia</em>.” (Paim, 1995, p.36).</p>
<p style="text-align: justify;">Em um segundo momento, em seu livro <em>Verdade e Conjectura</em> (1983), O filosofo e jurista Miguel procura determinar, de forma inequívoca, o conceito de metafísica, problema deixado em aberto por Kant. Neste livro o autor, seguindo o pensamento kantiano, atenta para elucidação da idéia de “pensamento problemático.” É, pois, partindo desta pesquisa que chega a idéia que denominou de “metafísica conjectural.” Trabalhado de modo exaustivo em <em>Verdade Conjectura</em>, Reale percebe que o conceito de metafísica carrega consigo questões presentes na filosofia desde seu inicio, questões que são ao mesmo tempo insolúveis (em termos transcendentais) e irrecusáveis (existencialmente). Tais termos, todavia, só podem trabalhados conjecturalmente – e devem sê-lo, uma vez que são demandados pelo próprio fator existencial do humano. O autor ressalta, mesmo, que existem muitas asserções feitas pelas ciências, sejam elas humanas ou exatas, que são conjecturas, inevitáveis, e que assim deveriam ser tratadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Afirma Miguel Reale que ao realizar suas pesquisas filosóficas especializadas sempre admitiu de forma pressuposta, no decurso de suas investigações, assim como muitos o fazem, a existência de questões “ontológicas.” Para o autor nem todos são tocados pelo que ele denomina de “inquietação metafísica,” preferindo ater-se, em suas investigações, ao campo do apodítico ou rigorosamente demonstrável – o que os leva a julgar dispensável qualquer estudo que ultrapassem os limites da experiência natural. Alguns, há que, se equivocam por atribuir à metafísica um papel demasiadamente prioritário. Outros erram ao insistirem em deixá-la entre parênteses, substituindo-a por cogitações religiosas ou artísticas, de caráter vago e insipiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aquele que não quer cair nos equívocos supracitados, mas que tem o espírito crítico e rigoroso, os desafios colocados pelo problema metafísico se tornam ainda mais dramáticos. Isto porque estes espíritos estão sempre a buscar soluções rigorosas – impossíveis para aquele que, como nosso autor, segue a filosofia kantiana. Afirma Reale que com o pensamento crítico do autor alemão, exposto em suas três críticas, mas especialmente na <em>Crítica da razão pura</em>, “o saber metafísico [ficou] insuscetível de experiência, no sentido de não nos poder oferecer resultados que constituam autênticos <em>objetos</em> do conhecimento”. (Reale, 1996, p.13). Mas o que entende Reale por “experiência”? Em um texto denominado “Horizontes e níveis do filosofar” aparecido na Revista brasileira de filosofia, de 1995, o autor sintetiza:</p>
<p style="text-align: justify;">Experiência de per si é tanto natureza como cultura exatamente porque é através dela que a natureza e acultura se correlacionam, desde o ato originário do primeiro conhecimento até os sucessivos atos, em processo perene, mediante os quais o homem vem se dando conta do que é natural, afeiçoando-os, como dizia Tobias Barreto, às finalidades humanas.  Experiência, [...], é, em suma, a ponte de passagem do natural para o cultural, sendo <em>cultural</em> enquanto faculdade de captação de algo alheio à subjetividade, e sendo <em>natureza</em> enquanto algo deve ser pressuposto como distinto do sujeito, para que haja a centelha cognoscitiva. (Reale, 1995, p.6).</p>
<p style="text-align: justify;">Alerta, pois, Reale, que precisamos compreender as dificuldades que se encontram em falar de metafísica a partir do ponto de vista da ontognoseologia, que é um desenvolvimento da filosofia crítica kantiana, e procura não privilegiar nenhum dos dois pólos, clássicos, constituintes das tradicionais teorias metafísicas, a saber: sujeito vs. Objeto, vendo a compreensão desta díade como possível apenas do ponto de vista relacional.  Fica então a pergunta; porque nosso autor dedica um livro à meditação sobre a possibilidade de se fazer metafísica? Vejamos a resposta em suas próprias palavras, escreve Reale:</p>
<p style="text-align: justify;">Sob o enfoque metafísico sinto que se uniram melhor as partes ou os momentos dispersos de meu pensamento, de tal sorte que, por experiência pessoal, reconheço o papel regulativo ou ordenador da cogitação metafísica. Por se distribuírem mais harmonicamente os conceitos segundo o parâmetro das idéias.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa eminente função reguladora, se outras não as tivesse, já bastaria para se reconhecer a essencialidade da metafísica, cuja morte tem sido anunciada tantas vezes quantas se tem dito o mesmo de Deus. (Reale, 1996, p. 14).</p>
<p style="text-align: justify;">Acentua Reale que, não obstante a importância do pensamento conjectural para compreensão da realidade, tal e qual nós a concebemos, parece que por parte dos filósofos esta forma de pensar não recebeu a devida atenção. A conjectura é, por vezes, confundida com o “discurso probabilístico que se refere ao grau ou medida de possibilidade de um evento,” um erro como aponta o autor, pois “a conjectura se funda em suposições, razões de verossimilhança e outros elementos qualitativos, sendo os claros deixados pela investigação positiva preenchidos graças à intuição e à imaginação.” (Reale, 1996, p.15). O pensamento conjectural aparece nas brechas existentes da relação de adequação entre o mundo dos conceitos e a realidade. Na correlação entre pensamento e realidade, pela busca da verdade, existiriam vazios que não conseguiríamos <em>deixar de pensar</em>. Surge então o espaço do pensamento conjectural. Sendo então, a conjectura parte natural da busca pela verdade, e ao contrário do que se imagina freqüentemente, estes termos, verdade e conjectura, seriam complementares, e não dispares. Salienta o filósofo paulista que,</p>
<p style="text-align: justify;">As vezes, as conjecturas ocupam os vazios do conhecimento de maneira definitiva, como, por exemplo, no que se refere à ‘coisa em si’, ou a realidade ‘em si’ (e é o campo da metafísica); outras são formas de preencher os vazios da ação prática inadiável (são as conjecturas de nosso viver comum) enquanto que outras vezes acabam sendo substituídas por verdades positivas que desfazem ou confirmam o que era antes suposição, fundada a seu modo. (Reale, 1996, p.16).</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, como propõe o próprio filósofo, pensar conjecturalmente está muito próximo à proposta feita pelos pensadores ingleses do senso comum, ou daquelas filosofias que apregoam a volta ao “mundo-da-vida” (<em>Lebenswelt</em>). Arriscamos mesmo a dizer que este modo de pensar se encontra avizinhado ao pragmatismo de Willian James e de John Dewey.  Fica então evidente a preocupação de Reale em descrever o que entende por conjectura, ressaltando a importância da utilização deste tipo de pensamento ao longo da história. Isto porque acredita o autor, que somente dentro desta forma de pensar é que poderemos falar em metafísica. E, o objetivo que se coloca Reale em <em>Verdade e conjectura</em>, é o de forma mais restrita, firmar as bases lógicas e epistemológicas pertinentes ao pensamento conjectural. Inquirir se discurso proveniente da conjectura é capaz de possuir um caráter, ao mesmo tempo, racional e crítico.</p>
<p style="text-align: justify;">Assumir este exame de reordenação das possibilidades que oferece o pensamento conjectural é, também, ajudar algumas das ciências humanas, diz Reale, pois que elas tomam algumas “conjecturas” como “verdades exatas”, o que é um erro de fundamentação. Admitir estas conjecturas como verdades seria melhor, como coloca o pensador paulista, “mesmo porque são elas que, feitas as contas, compõe o horizonte englobante da maioria de nossas convicções e atitudes.” (Reale, 1996, p.21).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>BIBLIOGRAFIA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">ABBAGNANO, Nicola. <em>História da Filosofia</em> (Vol. 14). Tradução; António Ramos Rosa e António Borges Coelho. Lisboa: Editorial Presença, 1970.</p>
<p style="text-align: justify;">CARVALHO, José Maurício de. <em>Curso de introdução a filosofia brasileira</em>. Londrina: CEFIL: UEL, 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">GÓMES MARTINÉZ, José Luiz. <em>Bolívia: Um pueblo en busca de su identidad</em>. La Paz:  Los Amigos del Libro,1988 .</p>
<p style="text-align: justify;">JAIME, Jorge. <em>História da filosofia no Brasil, </em>volume I. Petrópolis: Vozes; São Paulo: Faculdades Salesianas, 1997.</p>
<p style="text-align: justify;">MACEDO, Ubiratan de. A reabsorção da circunstância em Ortega y Gasset in: <em>Anais do II encontro nacional de professores e pesquisadores de filosofia brasileira</em>. Londrina, 1991 II, vol. Pág.57.</p>
<p style="text-align: justify;">PAIM, Antonio. <em>História das idéias filosóficas no Brasil. </em>São<em> </em>Paulo: Grijalbo, 1967.</p>
<p style="text-align: justify;">_____. <em>Problemática do culturalismo</em>. Porto Alegre: CEFIL EDIPUCRS, 1995.</p>
<p style="text-align: justify;">_____. <em>Tratado de ética</em>. Londrina: Edições Humanidades, 2003.</p>
<p style="text-align: justify;">_____. “Possibilidades e limites de uma filosofia latino americana”. <em>La Filosofia em América</em>, tomo I , Caracas, Julho de 1979. [trabalho apresentado no 9º congresso internacional de filosofia].</p>
<p style="text-align: justify;">REALE, Miguel. <em>Verdade e Conjectura</em>. Lisboa: Fundação Lusíada, 1996.</p>
<p style="text-align: justify;">­_____. Horizontes e níveis do filosofar: para uma culturologia filosófica. <em>Revista Brasileira de Filosofia</em> v. 42, n. 177, p. 3-21, jan./mar. 1995.</p>
<p style="text-align: justify;">TONDINELLI, Tiago. “A questão jurídica no pensamento de Leonardo Prota”. <em>Disputationes</em>, v2, n2. Apucarana: FACNOPAR, 2005, p.401-412.</p>
<p style="text-align: justify;">VELÉZ RODRÍGUEZ, Ricardo, <em>Tópicos especiais de filosofia moderna</em>. Juiz de Fora: EDUJFJ; Londrina: UEL, 1995.</p>
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		<title>Filosofia: Periódicos</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 02:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@alephsouza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia & etc.]]></category>
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		<description><![CDATA[Revista Redescrições ( http://www.gtpragmatismo.com.br/redescricoes) A Revista eletrônica Redescrições do GT Pragmatismo e Filosofia America está recebendo artigos, traduções ou resenhas, até o dia 15 de agosto, para publicação no número 2, ano II, julho-set. Esse será um número temático sobre o pensamento da filósofa pragmatista Nancy Fraser. Aceitaremos artigos que versem sobre qualquer aspecto da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-757" style="margin-bottom:10px;" title="filosofia-periodicos" src="http://www.notasderodape.com.br/wp-content/uploads/2010/07/filosofia-periodicos.jpg" alt="filosofia periodicos Filosofia: Periódicos" width="465" height="260" />Revista Redescrições (<br />
<a href="http://www.gtpragmatismo.com.br/redescricoes" target="_blank">http://www.gtpragmatismo.com.br/redescricoes</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">A Revista eletrônica Redescrições do GT Pragmatismo e Filosofia America   está recebendo artigos, traduções ou resenhas, até o dia 15 de agosto,   para publicação no número 2, ano II, julho-set.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse será um número temático sobre o pensamento da filósofa pragmatista   Nancy Fraser. Aceitaremos artigos que versem sobre qualquer aspecto da   sua obra, mas daremos preferência para os que abordarem sua leitura   neo-pragmatista da teoria crítica e seu emprego dessa &#8220;redescrição&#8221; na   análise do feminismo. Também são bem vindo artigos sobre os debates   Fraser-Honneth, Fraser-Habermas e Fraser-Rorty.</p>
<p style="text-align: justify;">As normas editoriais se encontram no site da revista. Os artigos devem ser enviados para: <a href="mailto:redescricoes@gmail.com">redescricoes@gmail.com</a></p>
<p style="text-align: justify;">Temos o prazer de anunciar que um novo número da Revista eletrônica   quadrimestral Redescrições (ISSN: 1984-7157) está no ar, em novo   endereço: <a href="http://www.gtpragmatismo.com.br/redescricoes" target="_blank">http://www.gtpragmatismo.com.br/redescricoes</a></p>
<p style="text-align: justify;">Ano II, no.1, março-jun, 2010 &#8211; Sumário</p>
<p style="text-align: justify;">• Editorial</p>
<p style="text-align: justify;">• Notas &amp; Comentários</p>
<p style="text-align: justify;">Donald Davidson e a objetividade dos valores &#8211; Paulo Ghiraldelli Jr.</p>
<p style="text-align: justify;">• Artigos</p>
<p style="text-align: justify;">1. A Verdade no fim da linha e a urgência democrática: Estudos sobre o debate Habermas &amp; Rorty de 2000</p>
<p style="text-align: justify;">Frederico Graniço</p>
<p style="text-align: justify;">2. Literatura da Compaixão ou Literatura da Revolta? O ficcionista de que precisamos</p>
<p style="text-align: justify;">Sérgio Oliveira</p>
<p style="text-align: justify;">3. Otras Voces: una lectura pragmatista de los escritos políticos de Octavio Paz</p>
<p style="text-align: justify;">Gabriel Palumbo</p>
<p style="text-align: justify;">4. A filosofia de John Dewey e a epistemologia pragmatista</p>
<p style="text-align: justify;">Rodrigo Augusto de Souza</p>
<p style="text-align: justify;">• Traduções</p>
<p style="text-align: justify;">Solidariedade ou singularidade? Richard Rorty entre Romantismo e Tecnocracia – Nancy Fraser</p>
<p style="text-align: justify;">• Resenha</p>
<p style="text-align: justify;">Keith Jenkins. A História Repensada. Trad. Mario Vilela. São Paulo : Contexto, 2001. 120 páginas &#8211; Marcos Carvalho Lopes</p>
<p style="text-align: justify;">********************************************</p>
<p style="text-align: justify;">Revista Analytica (<br />
<a href="http://www.analytica.inf.br" target="_blank">http://www.analytica.inf.br</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Saiu o novo número da revista Analytica (volume 13, número 1). Ele pode ser acessado através do site.</p>
<p style="text-align: justify;">Artigos</p>
<p style="text-align: justify;">• Eckard Förster</p>
<p style="text-align: justify;">Strawson sobre o juízo estético em Kant</p>
<p style="text-align: justify;">• Luciano Codato</p>
<p style="text-align: justify;">Kant e o fim da ontologia</p>
<p style="text-align: justify;">• Andrea Faggion</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eu Julgo sobre muita Coisa que não Decido&#8221;: o problema da objetividade dos juízos em Kant</p>
<p style="text-align: justify;">• Fernando Costa Mattos</p>
<p style="text-align: justify;">Seria Kant um metafísico?</p>
<p style="text-align: justify;">• Fábio François</p>
<p style="text-align: justify;">Luz e sombras – Da determinação completa aos juízos infinitos</p>
<p style="text-align: justify;">• Adriano Perin &amp; Joel Thiago Klein</p>
<p style="text-align: justify;">O conceito de filosofia em Kant: tradução e comentário</p>
<p style="text-align: justify;">• Noeli Ramme</p>
<p style="text-align: justify;">É possível definir arte?</p>
<p style="text-align: justify;">• Roberto Horácio</p>
<p style="text-align: justify;">Conteúdo exíguo segundo uma ótica anti-individualista</p>
<p style="text-align: justify;">• Lia Levy</p>
<p style="text-align: justify;">A recusa da definição de homem como animal racional na Segunda Meditação &#8211; Primeira Parte. Tradução</p>
<p style="text-align: justify;">• Ricardo Barbosa</p>
<p style="text-align: justify;">Nota de apresentação do texto Sobre a possibilidade da filosofia Karl como ciência rigorosa, de Karl Leonhard Reinhold</p>
<p style="text-align: justify;">• Karl Reinhold</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a possibilidade da filosofia como ciência rigorosa</p>
<p style="text-align: justify;">********************************************</p>
<p style="text-align: justify;">Revista Trágica &#8211; estudos sobre Nietzsche (<a href="http://www.tragica.org/lastedition/" target="_blank">http://www.tragica.org/lastedition/</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Rio de Janeiro | Nº. 5| 1º Semestre de 2010</p>
<p style="text-align: justify;">ISSN: 1982-5870</p>
<p style="text-align: justify;">ARTIGOS: Tema: Nietzsche e a religião</p>
<p style="text-align: justify;">• Alexandre Marques Cabral</p>
<p style="text-align: justify;">O Jesus de Nietzsche: a ambigüidade de uma polêmica</p>
<p style="text-align: justify;">• Allan Davy Santos Sena</p>
<p style="text-align: justify;">O Jesus de Nietzsche e o príncipe Míchkin de Dostoiévski</p>
<p style="text-align: justify;">• Anne-Gaëlle Argy</p>
<p style="text-align: justify;">Nietzsche e o bramanismo</p>
<p style="text-align: justify;">• Ildenilson Meireles Barbosa</p>
<p style="text-align: justify;">O pensamento do eterno retorno e da vontade de poder como superação das teleologias cristã e científica</p>
<p style="text-align: justify;">• Julius Wellhausen</p>
<p style="text-align: justify;">Die Theokratie als Idee und als Anstalt</p>
<p style="text-align: justify;">• Julius Wellhausen</p>
<p style="text-align: justify;">A teocracia como idéia e instituição</p>
<p style="text-align: justify;">• Renato Nunes Bittencourt</p>
<p style="text-align: justify;">A idéia de &#8220;Deus&#8221; na cristologia de Nietzsche</p>
<p style="text-align: justify;">• Rodrigo Rocha</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a história de Israel como história da desnaturação dos   valores naturais em O anticristo de Nietzsche: a propósito da influência   de Julius Wellhausen</p>
<p style="text-align: justify;">RESENHA:</p>
<p style="text-align: justify;">Danilo Bilate: Sobre a importância quase estritamente histórica da tradução do livro A Vontade de Poder.</p>
<p style="text-align: justify;">Apêndice: lista de concordâncias entre A Vontade de Poder e a edição Colli-Montinari</p>
<p style="text-align: justify;">Chamada de artigos para o número 6:</p>
<p style="text-align: justify;">Receberemos artigos que estejam de acordo com as normas para publicação   para o número 6, que será dividido em uma parte para tema livre e outra   para o tema &#8220;Nietzsche e a linguagem&#8221;, com recebimento de textos de   ambas as partes e de propostas de resenhas ou traduções até o dia   02/10/10.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.tragica.org/normas-para-publicacao/" target="_blank">http://www.tragica.org/normas-para-publicacao/</a></p>
<p style="text-align: justify;">********************************************</p>
<p style="text-align: justify;">Revista Seara Filosófica (<br />
<a href="http://www.ufpel.tche.br/isp/searafilosofica/" target="_blank">http://www.ufpel.tche.br/isp/searafilosofica/</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se disponibilizado on-line o periódico Seara Filosófica, ISSN   2177-8698, editado pelo corpo discente do PPG-Filosofia da UFPel.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamada de artigos, traduções e resenhas para a edição relativa ao VERÃO 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">As submissões deverão ser enviadas para: <a href="mailto:seara.filosofica@gmail.com">seara.filosofica@gmail.com</a></p>
<p style="text-align: justify;">As normas estão disponíveis em: <a href="http://www.ufpel.tche.br/isp/searafilosofica/normas.html" target="_blank">http://www.ufpel.tche.br/isp/searafilosofica/normas.html</a></p>
<p style="text-align: justify;">********************************************</p>
<p style="text-align: justify;">Revista Intuitio (<a href="http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/intuitio/issue/current" target="_blank">http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/intuitio/issue/current</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Com satisfação comunicamos o lançamento do Vol.3, No. 1 (2010) da Revista intuitio, do PPG em Filosofia da PUCRS.</p>
<p style="text-align: justify;">Convidamos a navegar no sumário da Revista para acessar os artigos e itens de interesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Este lançamento ocorre simultaneamente à V Semana Acadêmica do PPG em   Filosofia da PUCRS e ao II Seminário Regional dos Alunos de   Pós-Graduação em Filosofia.</p>
<p style="text-align: justify;">********************************************</p>
<p style="text-align: justify;">Revista Veritas (<br />
<a href="http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/veritas" target="_blank">http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/veritas</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Está aberta a chamada de artigos para o próximo número da Revista   Veritas da PUCRS, correspondendo ao n. 3, setembro/dezembro 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Tópico principal: FILOSOFIA DO DIREITO DE HEGEL. Aceitam-se também artigos em torno de Hegel e o idealismo alemão.</p>
<p style="text-align: justify;">Prazo: até 31 de agosto de 2010. Enviar os artigos através do cadastro no próprio site.</p>
<p style="text-align: justify;">********************************************</p>
<p style="text-align: justify;">Revista Peri (<br />
<a href="http://www.nexos.ufsc.br/index.php/peri/issue/current" target="_blank">http://www.nexos.ufsc.br/index.php/peri/issue/current</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">É com muita satisfação que a Equipe Editorial da PERI &#8211; Revista   eletrônica dos alunos da Pós-Graduação em Filosofia da UFSC, comunica a   publicação de mais uma edição, acessível no site.</p>
<p style="text-align: justify;">Artigos:</p>
<p style="text-align: justify;">• Teorias da democracia deliberativa: propostas e problemas</p>
<p style="text-align: justify;">Cristina Foroni Consoni</p>
<p style="text-align: justify;">• A dialética hegeliana na teoria da alienação de Marx</p>
<p style="text-align: justify;">Diogo Ramos</p>
<p style="text-align: justify;">• 1978: Foucault e a Insurreição Iraniana</p>
<p style="text-align: justify;">Leon Farhi Neto</p>
<p style="text-align: justify;">• Metafísica de Aristóteles Z, 3 sobre incursões heideggerianas</p>
<p style="text-align: justify;">Luis Alberto Hebeche</p>
<p style="text-align: justify;">• Do governo pastoral à governamentabilidade: crítica da razão política em Michel Foucault</p>
<p style="text-align: justify;">Rone Eleandro Santos</p>
<p style="text-align: justify;">• Uma nova disposição fundamental: Heidegger e as contribuições à filosofia</p>
<p style="text-align: justify;">M Reus Engler</p>
<p style="text-align: justify;">• Eudoro de Souza e a Poética aristotélica</p>
<p style="text-align: justify;">Claudia Pellegrini Drucker</p>
<p style="text-align: justify;">Tradução:</p>
<p style="text-align: justify;">• O Tratado do Infinito &#8211; Aristóteles &#8211; Física III, 4-8</p>
<p style="text-align: justify;">Arlene Reis, Fernando Coelho e Luis Felipe Bellintani Ribeiro</p>
<p style="text-align: justify;">********************************************</p>
<p style="text-align: justify;">Revista Kínesis (<br />
<a href="http://www.marilia.unesp.br/kinesis" target="_blank">www.marilia.unesp.br/kinesis</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Kínesis: revista de estudos dos pós-graduandos em Filosofia da UNESP</p>
<p style="text-align: justify;">(ISSN: 1984-8900)</p>
<p style="text-align: justify;">O prazo para envio de artigos para o Nº 04, Vol. II está aberto entre os   dias 20/06/2010 a 20/07/2010, as normas para a elaboração dos artigos e   todas as outras informações pelo site, ou pelo email: <a href="mailto:revistakinesis@ymail.com">revistakinesis@ymail.com</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">********************************************</p>
<p style="text-align: justify;">Revista Ensaios Filosóficos (<br />
<a href="http://www.ensaiosfilosoficos.com.br/" target="_blank">http://www.ensaiosfilosoficos.com.br/</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Está no ar a revista Ensaios Filosóficos. Ela pode ser acessada através do site.</p>
<p style="text-align: justify;">Índice :</p>
<p style="text-align: justify;">• Editorial, por Elena Moraes Garcia</p>
<p style="text-align: justify;">• Por que Habermas não é e não pode ser contratualista</p>
<p style="text-align: justify;">André Berten</p>
<p style="text-align: justify;">• Pela inocência do pré-individual: pensando com Simondon</p>
<p style="text-align: justify;">Fernando Maia Freire Ribeiro</p>
<p style="text-align: justify;">• Filosofia Hoje</p>
<p style="text-align: justify;">Izabela Aquino Bocayuva</p>
<p style="text-align: justify;">• Teorias do Juízo e Voluntarismo Doxástico no Debate Epistemológico Contemporâneo</p>
<p style="text-align: justify;">Marcelo de Araújo</p>
<p style="text-align: justify;">• De círculos e quadrados: triangulando Cecília Meireles, Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira</p>
<p style="text-align: justify;">Osmar Soares da Silva Filho</p>
<p style="text-align: justify;">• Entrevista com Dirce Eleonora Nigro Solis</p>
<p style="text-align: justify;">********************************************</p>
<p style="text-align: justify;">Revista Cognitio</p>
<p style="text-align: justify;">Em homenagem aos 100 anos da morte de William James (1842-1910), a   Cognitio-Estudos: revista eletrônica de filosofia vai publicar no   segundo semestre deste ano um número especial dedicado ao filósofo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso, o(a) convidamos para submeter artigos inéditos a respeito do   pragmatismo jamesiano ou traduçôes inéditas de textos do filósofo, desde   que relacionado ao pragmatismo e à filosofia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para este número especial, receberemos os trabalhos até 31 de agosto. A   submissão deve ser feita diretamente no site da revista, bastando para   isso efetuar um cadastro como autor. Ficamos à disposição para   esclarecer dúvidas a respeito do sistema de envio de trabalhos.</p>
<p style="text-align: justify;">A Cognitio-Estudos (ISSN 1809-8428), classificada como Qualis B pela   Capes, é publicada pelo Centro de Estudos do Pragmatismo da PUC-SP. A   revista é especializada em pragmatismo e suas conexões com a filosofia   contemporânea.</p>
<p style="text-align: justify;">COGNITIO-ESTUDOS: Revista Eletrônica de Filosofia</p>
<p style="text-align: justify;">ISSN 1809-8428</p>
<p style="text-align: justify;">Publicação semestral do Centro de Estudos do Pragmatismo da PUC/SP</p>
<p style="text-align: justify;">Contatos: <a href="mailto:cognitio-estudos@uol.com.br">cognitio-estudos@uol.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">********************************************</p>
<p style="text-align: justify;">Revista Exagium (<br />
<a href="http://www.revistaexagium.com/" target="_blank">http://www.revistaexagium.com/</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">A Exagium – Revista Eletrônica de Filosofia está aceitando proposta de artigos, resenhas ou traduções para sua sétima edição.</p>
<p style="text-align: justify;">As submissões deverão ser enviadas até 25 de junho exclusivamente para o email <a href="mailto:correioexagium@gmail.com">correioexagium@gmail.com</a> , segundo as normas disponíveis no site.</p>
<p style="text-align: justify;">O sexto numero está no ar.</p>
<p style="text-align: justify;">********************************************</p>
<p style="text-align: justify;">Revista Dissertatio (<a href="http://www.ufpel.edu.br/isp/dissertatio" target="_blank">www.ufpel.edu.br/isp/dissertatio</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Informamos que já está disponível a Revista Dissertatio de Filosofia, n. 31, inverno de 2010 (ISSN impressa 1413-9448).</p>
<p style="text-align: justify;">A versão on line (ISSN 1983-8891) pode ser acessada em: <a href="http://www.ufpel.edu.br/isp/dissertatio" target="_blank">www.ufpel.edu.br/isp/dissertatio</a>.</p>
<p style="color: #666666; text-align: justify;"><span class="style1">Via:</span><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.anpof.org.br" target="_blank">ANPOF</a></p>
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