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	<title>Notas de Rodapé</title>
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		<title>As nem t&#227;o boas not&#237;cias da semana</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 23:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Para variar, a impunidade deu as caras novamente no falido Congresso Brasileiro. O “dono do castelo” Edmar Moreira foi absolvido do processo de cassação naquela casa. Parece que nossos políticos não entenderam, ainda, que o “julgamento” por pares, teorizado e defendido por filósofos políticos que pensaram a representatividade, não é para a preservação da patota [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para variar, a impunidade deu as caras novamente no falido Congresso Brasileiro. O “dono do castelo” Edmar Moreira foi absolvido do processo de cassação naquela casa. Parece que nossos políticos não entenderam, ainda, que o “julgamento” por pares, teorizado e defendido por filósofos políticos que pensaram a representatividade, não é para a preservação da patota nem para ser usado como troca de favor.</p>
<p>Também naquela casa se esqueceu que a imprensa brasileira é livre, pelo menos por enquanto nosso candidato a ditador (Lulinha, o homem, ou fruto do mar, que não sabe nada) não der seu golpe. Um integrante do programa jornalístico CQC foi agredido por um dos seguranças de José Sarney. Para piorar a situação, a polícia do legislativa negou a agressão, documentada por câmeras de TV e fotógrafos (só não espere ver isso na TV Globo). </p>
<p>Por fim, Lulinha, o amigo do Chávez, disse que tentar retirar o senhor José Sarney da presidência do senado é um golpe do PSDB… e falando em golpe… </p>
<p>Acho que na próxima eleição (se tiver uma) vou votar no Kiko, porque o Chaves amigo dele é bem mais engraçado.&#160;&#160; </p>
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		<title>Uma humilde sugest&#227;o prum astro do Rock</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 02:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas de rodapé]]></category>

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A empresa A&#38;E lançou uma pedra sanitária com a foto de Gene Simmons [como campanha de divulgação da nova temporada do reality show de Gene], vocalista e baixista do KISS, e recentemente o músico soltou uma nota sobre este lançamento.
&#8220;Sim. Para todos aqueles que têm vontade de mijar na minha cara!!! Agora você pode. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="table" border="0" width="250" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><img src="http://www.notasderodape.com.br/image/posts/gene_urinal.jpg" alt="" /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A empresa A&amp;E lançou uma pedra sanitária com a foto de Gene Simmons [como campanha de divulgação da nova temporada do reality show de Gene], vocalista e baixista do KISS, e recentemente o músico soltou uma nota sobre este lançamento.</p>
<p>&#8220;Sim. Para todos aqueles que têm vontade de mijar na minha cara!!! Agora você pode. A A&amp;E colocou a pedra sanitária ’Gene Simmons Family Jewels’ por todo o país, com o meu rosto impresso nela. Está na maioria dos banheiros.</p>
<p>Agora, para aqueles que precisam de instrução, tudo o que você precisa fazer é apontar o seu instrumento para o mictório, acertá-la com seu fluxo e não fique surpreso se a pedra sanitária lhe revidar!!! Mas, por favor, deixem-na no mictório para que os outros me acertem também.</p>
<p>Me disseram que tem gente roubando. Então, peço que não esqueçam de lavar antes de levar para casa.&#8221;</p>
<p style="color: #990000" align="left">Fonte: <a href="http://whiplash.net/materias/news_874/091075-kiss.html" target="_blank">http://whiplash.net</a></p>
<p>Pensando nessa criativa peça de marketing, decidi fazer uma humilde sugestão para o astro linguarudo do rock. Como todos devem saber, o KISS é famoso por vender todo tipo de coisa [o mais bizarro deles, excluindo essa singela pedra sanitária, é o caixão do KISS]. Quem sabe o Gene não compra a idéia?</p>
<table class="table" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><img src="http://www.notasderodape.com.br/image/posts/novoprodutokiss.jpg" alt="" /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Michael Jackson: Gl&#243;ria e Agonia de um Astro Pop</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 15:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notas de rodapé]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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Quinta-feira, 25 de junho de 2009. O mundo literalmente para diante do anúncio da morte de Michael Jackson. O Google, gigante da era da informação interpreta o absurdo número de buscas pelo nome do astro como um ataque hacker; o Twitter, uma espécie de híbrido de rede social com blog, também ficou fora do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="table" width="224" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<div align="center"><img src="http://www.portaldepiuma.com.br/image/posts/MichaelJackson1.jpg" /> </div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">Quinta-feira, 25 de junho de 2009. O mundo literalmente para diante do anúncio da morte de Michael Jackson. O Google, gigante da era da informação interpreta o absurdo número de buscas pelo nome do astro como um ataque hacker; o Twitter, uma espécie de híbrido de rede social com blog, também ficou fora do ar por alguns momentos devido ao excesso de tráfego na rede: o controvertido e genial artista, que se preparava para aqueles que seriam as suas últimas apresentações, fora levado inconsciente e sem batimentos para um hospital da Califórnia, que constata a morte do astro horas depois.&#160; </p>
<h3><b>Os anos 70 viram nascer o fenômeno, os 80 foram dominados por ele e os 90 marcam o início do declínio:</b></h3>
<p align="justify">O mundo viu o fenômeno Michael Jackson aparecer pelos idos dos anos 70, acompanhados de seus irmãos Jackie, Tito, Jermaine e Marlon Jackson. Na mítica gravadora Motown, logo se tornaram um fenômeno, com o pequeno Michael à frente da banda comandando os vocais. Ainda em 1969, foram apresentados ao grande público por Diana Ross, marcando assim a entrada oficial na gravadora que se tornou famosa por privilegiar a música afro-americana. Os primeiros quatro singles do grupo, I Want You Back e ABC de 1969, e The Love You Save e I&#8217;ll Be There de 1970, todos se tornaram primeiro lugar nas paradas dos Estados Unidos. Outros sucessos incluem Mama&#8217;s Pearl e Never Can Say Goodbye de 1971, Lookin&#8217; Through the Windows de 1972, Get It Together de 1973 e Dancing Machine de 1974. Ainda como membro do Jackson 5 e como músico integrante do cast da Motown, o pequeno Michael começaria sua carreira solo, lançando os álbuns Ben (1972), Got to Te There (192), Music and Me (1973) e Forever, Michael (1975). </p>
<p> <span id="more-107"></span><br />
<table class="table" width="250" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<div align="center"><img src="http://www.portaldepiuma.com.br/image/posts/MichaelJackson2.jpg" /> </div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="tablelegenda">
<h4>Michael e os irmãos durante a época do Jackson5 </h4>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">Definitivamente em carreira solo, após a saída do Jackson 5, Michael lança o álbum Off the Wall, em uma frutuosa parceria com Quincy Jones. Misturando elementos do rhythm and blues e a nascente música disco, o álbum causou furor entre o público e a crítica, ficando 84 semanas no topo dos discos mais vendidos nos Estados Unidos, tornando-se o álbum de black music mais vendido da história. Uma das músicas desse álbum, Don&#8217;t Stop &#8216;Till You Get Enough, é o tema de abertura do Vídeo Show, da Rede Globo. </p>
<p align="justify">Entretanto, em 1982, o próprio Michael superaria as conquistas de Off the Wall com o disco que o tornaria um ícone mundial: Thriller. Considerado o mais vendido da história, estima-se que tenha sido comprado, até o ano de 2006, por mais de 104 milhões de pessoas. No Brasil, Thriller é o álbum internacional mais vendido de todos os tempos. Até 2001, tinha interessado a 1.2 milhões de brasileiros. Billie Jean foi a segunda canção mais executada nas rádios do país em 1983, atrás somente de Menina Veneno, do cantor Ritchie. Junto com Billie Jean, Beat It, The Girl Is Mine e Thriller foram os maiores sucessos do álbum no Brasil. É com Thriller que Michael alcança também o posto de “revolucionário” no mundo dos vídeos-clipe. As imagens de Thriller, onde Michael dança ao lado de um bando de zumbis são conhecidas no mundo todo. Verdadeiro curta-metragem, o vídeo tem 14 minutos de duração e custou 600 mil dólares, um custo considerado elevado para a época. </p>
<table class="table" width="258" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<div align="center"><img src="http://www.portaldepiuma.com.br/image/posts/MichaelJackson3.jpg" /> </div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="tablelegenda">
<h4>Michael Jackson e a famosa performance de Thriller </h4>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">Na esteira do sucesso de Thriller, em 1985, juntamente com Lionel Richie e Quincy Jones, Michael idealizou a campanha Usa for África, eternizada pela música We are the World. Para gravar a canção foram convidadas 44 celebridades da música e da TV norte-americana, incluindo Cyndi Lauper, Diana Ross, Ray Charles e Stevie Wonder. O projeto arrecadou 200 milhões de dólares para a luta contra a fome na Etiópia. </p>
<p align="justify">Em 1987, já como astro de projeção internacional, Michael lança o seu terceiro álbum, Bad. Mal recebido pela crítica, que o considerou pouco ousado em relação aos dois anteriores, Bad continuou bem aceito pelo público, figurando por algum tempo como o segundo álbum mais vendido da carreira de Michael. Entretanto Bad pode ser considerado um ponto de referência no que se refere às mudanças físicas que ofuscariam a vida do músico. À época, as alterações na imagem de Michael eram visíveis e causaram muita polêmica, pele branca e nariz afilado deram ensejo a boatos de várias cirurgias plásticas, apesar de o próprio Michael reconhecer apenas duas. Sobre o clareamento da pele, em 1993, num programa de TV, Michael afirmou sofrer de vitiligo, doença que causa a perda da pigmentação natural da pele. </p>
<p align="justify">Os anos 90 assistem ao lançamento de Dangerous, seu primeiro álbum com a gigante Sony. O clipe da música Black or White foi, mais uma vez, um estrondoso sucesso na carreira de Michael, sendo transmitido simultaneamente para 27 países com uma audiência estimada de 500 milhões de telespectadores. </p>
<table class="table" width="250" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<div align="center"><img src="http://www.portaldepiuma.com.br/image/posts/MichaelJackson4.jpg" /> </div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="tablelegenda">
<h4>Como dançarino, Jackson conseguiu arrancar elogios de Fred Astaire e Gene Kelly</h4>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><b>O início do fim </b></h3>
<p align="justify">Os anos 90 viram também o início da derrocada do astro, constantemente envolvido em polêmicas ou em acusações de abuso de menores. Em agosto de 93 surge a primeira que, resolvida com um acordo entre as partes, não chegou a ser levada aos tribunais. Surgem, nessa mesma época, boatos de que estaria também viciado em analgésicos. Em 94 casa-se com a filha de Elvis Presley, com quem permanece por dois anos; especula-se a conveniência da união, ocorrida logo após as acusações de abuso de menores. Em novembro de 1996, o astro se casou com a enfermeira dermatologista Deborah Rowe, com quem teve dois filhos. O primeiro, Michael Joseph Jackson Jr., nasceu naquele ano. No ano seguinte, Rowe deu à luz a Paris Katherine Jackson. A enfermeira abriu a mão de todos os direitos maternos e entregou a guarda das crianças a Jackson, gerando grande polêmica. Em 2002, Rowe afirmou, em entrevista à rede americana de televisão FOX, que os filhos foram &quot;presentes&quot; dados por ela ao astro. Os anos 2000 viram a franca decadência do astro. Apesar do lançamento de dois álbuns: HIStory e Invincible, o primeiro com uma bem-sucedida tour mundial e o segundo abafado pelos desentendimentos com a gravadora. Uma nova acusação de abuso de menores, dessa vez pelo garoto Gavin Arvizo. Jackson negou as alegações de abuso sexual. Elizabeth Taylor defendeu o cantor em um programa de televisão dizendo que ela tinha estado lá, quando eles estavam na cama, assistindo televisão. “Não houve nada anormal nisso. Nós rimos como crianças, assistimos um monte de filmes da Disney. Não havia nada de estranho nisso.” Durante a investigação, o perfil de Jackson foi examinado por um profissional da saúde mental chamado Dr. Stan Katz; o médico passou várias horas com o acusador também. A avaliação feita por Katz, dizia que Jackson tinha a mente de um garoto e não se encaixava no perfil de um pedófilo. </p>
<p align="justify">O julgamento durou cinco meses, até o final de maio de 2005. Durante o julgamento, o cantor novamente sofreu de estresse e grave perda de peso, que viria alterar sua aparência. Em junho, Jackson foi absolvido de todas as acusações, por falta de provas. Depois do julgamento Michael abandonou Neverland e se mudou para o Bahrain. O cantor disse que apesar de amar Neverland, ela tinha trazido coisas ruins (como as acusações) para sua vida e que nunca mais andaria com crianças novamente. </p>
<table class="table" width="250" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<div align="center"><img src="http://www.portaldepiuma.com.br/image/posts/MichaelJackson5.jpg" /> </div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="tablelegenda">
<h4>Uma das últimas aparições do astro: irreconhecível pelas inúmeras cirurgias por que passou. </h4>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">Em 2008 o astro se vê envolvido em dificuldades financeiras, desfaz-se do rancho Neverland, adquirido em 1988, e entra 2009 com o leilão de vários itens usados em performances, como a famosa luva de strass. Nesse mesmo ano anuncia os seus últimos 50 shows, que teriam início em 13 de julho de 2009, em Londres. </p>
<h3><b>O astro ofuscado pela polêmica</b></h3>
<p align="justify">As perguntas que talvez hoje muitos se façam sejam estas: como pode um talento tão grande ser abafado por tamanhas excentricidades? Será que agora teremos alguma explicação para o comportamento bizarro de Michael Jackson? Alguma explicação por suas metamorfoses, por sua insatisfação com sua própria imagem que acabou por desfigurá-lo? Por sua reclusão e excentricidade que o tornaram uma caricatura de si mesmo? </p>
<p align="justify">Talvez tamanha comoção verificada nesses dias com relação ao assunto expresse, de certa forma, um espírito de compaixão, uma recôndita esperança de que o menino pudesse, novamente, encontrar o astro excêntrico, cercado por dúvidas e falta de credibilidade. Seu talento musical é incontestável: a genialidade como o dançarino, a sua contribuição para os vídeos-clipe e para as redes de TV especializadas em música como a MTV. E, exageros à parte, com a sua morte, parece que nem toda a sua controvertida vida pessoal foi capaz de ofuscar tamanho brilho artístico, hoje relembrado mundo afora com incontáveis retrospectivas da carreira do astro. </p>
<table class="table" width="250" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<div align="center"><img src="http://www.portaldepiuma.com.br/image/posts/MichaelJackson6.jpg" /> </div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">Com a sua repentina e ainda inexplicada morte, surgem também questões interessantes para serem debatidas. Questões como o futuro das crianças prodígio que aparecem no show bussines como meteoros e que desaparecem na mesma incrível velocidade em que surgem. Ou questões referentes ao abuso e procedimento da cirurgia plástica, que no caso de Michael parece ter ignorado os limites do bom senso. Ou ainda, e isso talvez seja uma das questões fulcrais na biografia do astro, o papel de seu pai, Joseph Jackson, acusado pelo próprio Michael de ser uma espécie de algoz do próprio cantor durante sua infância. </p>
<p align="justify">Visionário como cantor, dançarino, empresário, produtor, Michael pode ser considerado um verdadeiro showman. Um ícone marcado por controvérsias, mas ainda assim um ícone. </p>
<p align="center">&#160; </p>
<table class="table" width="435" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div align="right"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/To-6wIC5Q7g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param> 				<embed src="http://www.youtube.com/v/To-6wIC5Q7g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center">&#160;</p>
<p>&#160; <i>RIP</i> Michael. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma imagem vale mais que mil palavras</title>
		<link>http://www.notasderodape.com.br/2009/06/16/uma-imagem-vale-mais-que-mil-palavras/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 12:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas de rodapé]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<title>Deu no &#8220;G1&#8221;: Ch&#225;vez recua de debate com escritor Vargas Llosa</title>
		<link>http://www.notasderodape.com.br/2009/05/30/deu-no-g1-chvez-recua-de-debate-com-escritor-vargas-llosa/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2009 19:21:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu hoje no portal G1 da Globo
&#160;
“Chávez se diz um ‘soldado’ e recua de debate com escritor
Escritor peruano critica postura de presidente venezuelano. Mario Vargas Llosa participa de evento em Caracas.
Pouco após o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ter descartado um debate na TV com o escritor peruano Mario Vargas Llosa, intelectuais latino-americanos, entre eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Saiu hoje no portal G1 da Globo</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="center"><font color="#000000">“Chávez se diz um ‘soldado’ e recua de debate com escritor</font></p>
<p align="justify">Escritor peruano critica postura de presidente venezuelano. Mario Vargas Llosa participa de evento em Caracas.</p>
<p align="justify">Pouco após o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ter descartado um debate na TV com o escritor peruano Mario Vargas Llosa, intelectuais latino-americanos, entre eles o próprio Vargas Llosa e o mexicano Enrique Krauze, que participaram de um fórum sobre democracia e liberdade em Caracas, defenderam a tolerância como valor do liberalismo.    <br />&#160;&#160; Depois de lançar a ideia do debate com outros pensadores &quot;revolucionários e socialistas&quot; em seu programa &quot;Alô Presidente&quot;, que celebra 10 anos com quatro dias de programação, Chávez recebeu a resposta positiva do escritor peruano.     <br />&#160;&#160; Vargas Llosa sugeriu ainda que o debate fosse entre ele e Chávez, acompanhados por alguns dos intelectuais presentes em Caracas, e em igualdade de condições no tempo para cada um.     <br />&#160;&#160; Mas o presidente venezuelano recuou após a proposta. “Posso ajudar moderando, mas o debate é entre intelectuais e eu simplesmente sou um presidente, um soldado&quot;, disse.&#160; <br />&#160;&#160; Mais tarde, no fórum de Caracas, o escritor peruano defendeu a tolerância.     <br />&#160;&#160; &quot;Um dos grandes valores do liberalismo é a tolerância. É algo que não têm aqueles que criaram um dogma, que é o que acontece na América Latina com a esquerda e às vezes com a direita”, afirmou Vargas Llosa.     <br />&#160;&#160; O peruano lamentou que durante sua estadia em Caracas alguns seguidores do presidente Hugo Chávez não criticaram suas ideias e a de outros intelectuais, e sim os &quot;insultam, caricaturizam e ridicularizam&quot;.     <br />&#160;&#160; &quot;A intolerância levanta muros, baixa cortinas, impede o diálogo, a conversa e o entendimento, que é o que estabelece a paz entre pessoas que têm credos ou ideias diferentes&quot;, completou.     <br />&#160;&#160; Já o historiador mexicano Enrique Krauze afirmou que no debate político e ideológico não se deve insultar. &quot;É preciso convencer com razões, com ideias&quot;.     <br />&#160;&#160; Krauze e Vargas Llosa encerraram em Caracas um fórum internacional sobre liberdade e democracia, que também contou com a presença do ex-chanceler mexicano Jorge Castañeda, entre outros.(…)”</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Foi s&#243; aqui que disparou o alarme?</title>
		<link>http://www.notasderodape.com.br/2009/05/25/foi-s-aqui-que-disparou-o-alarme/</link>
		<comments>http://www.notasderodape.com.br/2009/05/25/foi-s-aqui-que-disparou-o-alarme/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 17:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.notasderodape.com.br/2009/05/25/foi-s-aqui-que-disparou-o-alarme/</guid>
		<description><![CDATA[Quito &#8211; Os presidentes do Equador, Rafael Correa, e da Veneuzela, Hugo Chávez, anunciaram que vão propor a criação de uma instância regional que defenda os cidadãos e os governos dos abusos da imprensa.
Correa assegurou que levará a iniciativa contra as mídias &#34;corruptas&#34;, representantes da oligarquia, para a União das Nações Sul-Americanas (Unasul).
Quando eu for [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>Quito</strong> &#8211; Os presidentes do Equador, Rafael Correa, e da Veneuzela, Hugo Chávez, anunciaram que vão propor a criação de uma instância regional que defenda os cidadãos e os governos dos abusos da imprensa.</p>
<p align="justify">Correa assegurou que levará a iniciativa contra as mídias &quot;corruptas&quot;, representantes da oligarquia, para a União das Nações Sul-Americanas (Unasul).</p>
<p align="justify">Quando eu for presidente da Unasul, vou pleitear formalmente a criação de instâncias que defendam os cidadãos e os governos legitimamente eleitos dos abusos da imprensa&quot;, afirmou Correa na noite de sábado em uma coletiva de imprensa conjunta. </p>
<p align="justify">A idéia foi apoiada de imediato pelo seu colega Hugo Chávez, que está em Quito para participar de um encontro bilateral. &quot;O Equador conta com todo o apoio da Venezuela em sua luta interna contra o fenômeno que já beira a loucura do fascismo&quot;, afirmou o governante venezuelano.</p>
<p align="justify">Os dois presidentes mantêm relações tensas com diversos veiculos da imprensa privada em seus respectivos países.</p>
<p align="justify">O Equador assumirá a presidência temporária da Unasul na próxima reunião do grupo na cidade chilena de Antofagasta. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rapid&#237;ssima: Cuidado com o terceiro mandato</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 12:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Como não poderia deixar de ser, os “comunas” do PT que não querem lagar o poder, com a notícia da doença da fraca pré-candidata à presidência, Dilma Russef, já preparam o golpe do terceiro mandato. Eles não aceitam que não tem candidato para concorrer a presidência, no próximo ano. Mas como seu desejo de “poder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como não poderia deixar de ser, os “comunas” do PT que não querem lagar o poder, com a notícia da doença da fraca pré-candidata à presidência, Dilma Russef, já preparam o golpe do terceiro mandato. Eles não aceitam que não tem candidato para concorrer a presidência, no próximo ano. Mas como seu desejo de “poder pelo poder, e não para o povo” é insaciável, lá vem golpe… </p>
<p>Fica um alerta para aquele cidadão que presa pela participação em uma democracia representativa e constitucional, do terceiro mandato para a ditadura é um passo…</p>
]]></content:encoded>
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		<title>No ar, a 10&#170; edi&#231;&#227;o da Ib&#233;rica</title>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 03:25:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a coragem que lhe é característica, a Ibérica – Revista Interdisciplinar de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos vem em seu 10º número abrir as comemorações de seu terceiro ano de existência. Iniciativa de um grupo de alunos de graduação do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Juiz de Fora, com o apoio de seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Com a coragem que lhe é característica, a<em> Ibérica – Revista Interdisciplinar de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos</em> vem em seu 10º número abrir as comemorações de seu terceiro ano de existência. Iniciativa de um grupo de alunos de graduação do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Juiz de Fora, com o apoio de seu mestre e incentivador Ricardo Vélez Rodríguez, a revista, que ora se apresenta, é um grito de independência intelectual. Podemos afirmar que, nestes três anos de existência tentamos nos manter dentro das linhas mestras que foram traçadas no primeiro parágrafo de nosso primeiro número que diziam: “A Ibérica nasce a partir das atividades realizadas pelo Núcleo de Estudos Ibéricos e Ibero-americanos que, desde o ano de 2003, vem se dedicando à pesquisa de temas relacionados à cultura ibérica e ibero-americana. A idéia de uma revista eletrônica surge como uma forma de estender as atividades do núcleo, aglutinando opiniões daqueles que, como nós, se dedicam ao tema.” Tentamos também, de forma democrática, dar voz a todos aqueles que procuram a Ibérica – Revista Interdisciplinar de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos como meio de comunicar suas pesquisas, sejam eles estudantes de graduação ou já renomados pesquisadores de nível internacional. </p>
<p align="justify">Em nossa décima edição nada do que foi exposto acima poderia deixar de estar presente. Ainda como parte do evento Padre Antônio Vieira: Ver, Ouvir, Falar, o Grande Teatro do Mundo, ocorrido no mês de novembro de 2008 em Lisboa, temos o artigo <a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica10/castrovieira.pdf" target="_blank"><em>Aspectos da Recepção do Padre António Vieira em Histórias de Portugal dos Séculos XIX e XX</em></a>, apresentado pelo professor da Faculdade de Letras de Lisboa e investigador do Centro de História da Universidade de Lisboa, Ernesto Castro Leal.</p>
<p align="justify">Já no artigo <a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica10/gasparettoparreiras.pdf" target="_blank"><em>A Jornada de Parreiras: Da Pintura de Paisagem aos Mártires</em></a>, o acadêmico de história da UFJF, Antonio Gasparetto Júnior, traz uma intrigante reflexão acerca de história regional, fazendo a leitura do quadro Jornada dos Mártires de Antonio Parreiras. Em sua reflexão o autor se propõe a responder sobre as seguintes questões: “por que um quadro representando os inconfidentes em Matias Barbosa seria importante para a prefeitura de Juiz de Fora? O que estaria fazendo tal quadro em um museu majoritariamente ligado ao Império? Por que os personagens seriam representados como derrotados? Por que Antônio Parreiras seria o pintor contratado para produzir tal obra?” </p>
<p align="justify">Ao ensejo do momento de reflexão, em nível mundial, em torno do problema de conservação do meio ambiente e da ecologia, James Jackson Griffith do departamento de Engenharia Florestal da UFV-MG, vem apresentar uma revisão bibliográfica sobre <a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica10/griffithfilamb.pdf" target="_blank"><em>As Origens Intelectuais da Filosofia Ambiental no Brasil</em></a>. Artigo que aparece em boa hora, alertando para a necessidade e o papel da meditação filosófica sobre o problema ambiental. </p>
<p align="justify">Em seu artigo <a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica10/macielmarquez.pdf" target="_blank"><em>Cem Anos de Solidão: Uma Reflexão Sobre a Problemática da Identidade na América Espanhola</em></a>, Bruno Maciel, licenciado em filosofia pela UFJF e acadêmico em história pela mesma instituição, afirma: “Cem Anos de Solidão, além de um excelente romance, é uma profunda reflexão sobre os fundamentos que compõem o ideário colombiano, sem todavia, esquecer os fios que os unem à América como um todo, e em particular, à América Espanhola. O desenrolar da obra perpassa por acontecimentos marcantes da história da Colômbia entre meados séculos XIX e início do século XX. Nos moldes do Realismo Fantástico, estilo literário que consagrou García Márquez mundialmente, Cem Anos de Solidão esconde um tratado rico em significações.” É sobre alguns desses significados que o autor discorre em sua meditação. </p>
<p align="justify">Num país em que liberal configura-se com um termo pejorativo, assumir-se como tal é defender essa mundividência, que ultrapassa os limites da economia – o que é ignorado pela maioria de seus detratores, como afirma o saudoso filósofo paulista Roque Spencer Maciel de Barros – é um ato de desprendimento e de coragem. É esse ato que encontramos no artigo <a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica10/kramerliberalismo.pdf" target="_blank"><em>O Liberalismo e o Capitalismo Ainda são Aqueles</em></a>, de Paulo Kramer, professor de Ciência Política da UnB e membro do Centro de Pesquisas Estratégicas “Paulino Soares de Sousa” da UFJF. No artigo de Kramer encontramos uma sólida argumentação em favor da desmistificação do conceito de liberalismo. Demonstrando o autor que este não é o monstro de sete cabeças descrito “pelas viúvas do muro de Berlim”, tal como aprendemos desde nossa primeira infância.</p>
<p align="justify">E para encerrar, o artigo <a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica10/velezfibra.pdf" target="_blank"><em>Quem Tem Medo da FIlosofia Brasileir</em></a>a, do professor Ricardo Vélez Rodríguez, coordenador do Centro de Pesquisas Estratégicas “Paulino Soares de Sousa” da UFJF e do Núcleo de Estudos Ibéricos e Ibero-americanos da UFJF, traz um breve histórico das dificuldades e da luta pela continuação dos estudos acadêmicos sobre a Filosofia Brasileira. Para o autor “aconteceu, na seara da filosofia, estranho fenômeno de colonialismo cultural que foi, progressivamente, extinguindo tudo quanto, no nosso país, cheirasse a estudo do pensamento brasileiro ou à consolidação de uma filosofia nacional&#8230;” . Assim como o artigo anterior, de Paulo Kramer, essa também é uma página que demonstra de seu autor a força e abnegação de quem se dedica, há anos, ao estudo das filosofias nacionais.</p>
<p align="right">detalhes em <a href="http://www.estudosibericos.com">www.estudosibericos.com</a></p>
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		<title>Ricardo V&#233;lez Rodr&#237;guez lan&#231;a livro em Juiz de Fora &#8211; MG</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2009 15:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[

O Autor, a Editora Documenta Histórica e a Livraria Saraiva convidam para o lançamento do livro de Ricardo Vélez Rodríguez, que terá lugar na Livraria Mega Store da Saraiva, no Shopping Center Independência, no dia 14 de Maio (quinta-feira), às 19 horas.
Editora: Documenta Histórica, Rio de Janeiro
Ano de Edição: 2008
Número de Páginas: 263 
Cinco obras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3></h3>
<h3></h3>
<p align="justify"><img title="clip_image002" style="display: inline; margin: 2px 5px" alt="Patrimonialismo na Literatura Latino-Americana" src="image/patrivelez.jpg" align="left" />O Autor, a Editora Documenta Histórica e a Livraria Saraiva convidam para o lançamento do livro de Ricardo Vélez Rodríguez, que terá lugar na Livraria Mega Store da Saraiva, no Shopping Center Independência, no dia 14 de Maio (quinta-feira), às 19 horas.</p>
<p align="justify">Editora: Documenta Histórica, Rio de Janeiro</p>
<p align="justify">Ano de Edição: 2008</p>
<p align="justify">Número de Páginas: 263 </p>
<p align="justify">Cinco obras representativas do imaginário social latino-americano são analisadas neste livro: <b><i>O outono do Patriarca, </i></b>do Prêmio Nobel colombiano Gabriel Garcia Márquez; <b><i>Facundo, civilização e barbárie no pampa argentino, </i></b>do escritor e estadista argentino Domingo Faustino Sarmiento; <b><i>Antônio Chimango, </i></b>do escritor e parlamentar gaúcho Ramiro Barcelos; <b><i>O ogro filantrópico, </i></b>do Prêmio Nobel mexicano Octavio Paz e <b><i>O tempo e o vento, </i></b>do escritor gaúcho Érico Veríssimo .</p>
<p align="right"><img title="clip_image002" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-right-width: 0px" alt="Ricardo Vélez Rodríguez" src="/image/velez.jpg" align="right" border="0" />Sobre o autor: </p>
<p align="right">Doutor em Filosofia pela Universidade Gama Filho. Pós-Doutor em Ciência Política pelo Centro de Pesquisas Raymond Aron – Paris. </p>
<p align="right">Professor Associado da UFJF, lotado no Departamento de Filosofia. </p>
<p align="right">Coordenador do Centro de Pesquisas Estratégicas “Paulino Soares de Sousa”, da UFJF. Coordenador do Núcleo de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos da UFJF.</p>
<p align="right">blog do autor: <a href="http://www.pensadordelamancha.com" target="_blank">http://www.pensadordelamancha.com</a></p>
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		<title>Bergson e Plotino</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 16:18:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Marco Antonio Barroso*
Acredita Henri Bergson que só uma filosofia que se esforce para reintegrar a inteligência na intuição seria capaz de ofertar algo de positivo à humanidade. Esta filosofia seria capaz de nos oferecer força de ação e a própria felicidade, sentimento perseguido pela filosofia bergsoniana.[1] Atrevemo-nos mesmo a comparar as idéias bergsonianas aqui expostas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font color="#0000a0">Marco Antonio Barroso</font><a href="#_ftn1_9042" name="_ftnref1_9042"><font color="#0000a0">*</font></a>
<p align="justify"><font color="#0000a0">Acredita Henri Bergson que só uma filosofia que se esforce para reintegrar a inteligência na intuição seria capaz de ofertar algo de positivo à humanidade. Esta filosofia seria capaz de nos oferecer força de ação e a própria felicidade, sentimento perseguido pela filosofia bergsoniana.</font><a href="#_ftn2_9042" name="_ftnref2_9042"><font color="#0000a0">[1]</font></a><font color="#0000a0"> Atrevemo-nos mesmo a comparar as idéias bergsonianas aqui expostas à filosofia de Plotino, apropriada e repensada, como nos autoriza Henri Hude</font><a href="#_ftn3_9042" name="_ftnref3_9042"><font color="#0000a0">[2]</font></a><font color="#0000a0">. Explica o estudioso da obra bergsoniana:</font><a href="#_ftn4_9042" name="_ftnref4_9042"><font color="#0000a0">[3]</font></a><font color="#0000a0"> “Ele é plotiniano, um pouco como Marx era hegeliano. Bergson parece ter pensado que o sistema de Plotino estava de cabeça para baixo, e o repôs de pé. A queda das almas torna-se ascensão das almas.” E um pouco antes afirmou:</font>
<p align="justify"><font color="#0000a0">&#8220;Em Plotino, ele [Bergson] deixa de lado tudo o que é platônico [no sentido que atribui a esse termo, isto é, a teoria das idéias e a interpretação que ele lhe confere] e remete o pensamento do Uno à influência judaico-cristã. O universo é um todo simpático e é um duplo processo de materialização/espiritualização (&#8230;). É também um processo de pluralização. Mas Bergson subverte o sistema plotiniano. A pluralização vai no sentido da espiritualização. O devir não é uma queda do Absoluto, mas uma glória para Deus. Sobretudo, o sistema da necessidade deve dar lugar ao relato de uma história universal, onde a personalidade livre é o termo insuperável de toda evolução, que exprime ela própria um ato da liberdade divina: de onde <i>L&#8217;évolution créatice. &#8220;</i></font>
<p align="justify"><font color="#0000a0">Quem também chama a atenção para a proximidade entre o pensamento de Bergson e o de Plotino é Lydie Adolphe. Em introdução ao livro <i>La philosophie religieuse de Bergson<a href="#_ftn5_9042" name="_ftnref5_9042"><b>[4]</b></a></i>, da citada pesquisadora, Émile Bréhier nos aponta o profundo conhecimento que esta possui da obra de ambos os pensadores. Portanto cremos ser de fundamental importância expormos algumas das reflexões desta autora sobre estes pontos de contato, uma vez que, tratando dos temas expostos por Bergson em seu livro <i>A</i><i> evolução criadora</i>, chegamos às semelhanças existentes entre o pensamento deste filósofo e o de Plotino. Afirma Adolphe que</font>
<p align="justify"><font color="#0000a0">&#8220;O próprio Bergson ressalta a analogia de seu pensamento com aquele de Plotino: em uma nota de <i>A Evolução criadora</i> ele explica que a relação que ele estabelece entre a “extensão” e a “distensão” &#8217;se assemelham de certa forma àquilo que supôs Plotino&#8217;, (e seu desenvolvimento onde deveria se assemelhar a M. Ravaisson), quando ele fez do entendimento, não sem dúvida uma inversão do ser original, mas um enfraquecimento de sua essência, uma das últimas etapas da processão.&#8221;</font><a href="#_ftn6_9042" name="_ftnref6_9042"><font color="#0000a0">[5]</font></a>
<p align="justify"><font color="#0000a0">O primeiro ponto destacado pela pesquisadora é a semelhança existente entre os dois pensadores relativa à atitude da alma frente ao mundo material. Segundo Adolphe</font><a href="#_ftn7_9042" name="_ftnref7_9042"><font color="#0000a0">[6]</font></a><font color="#0000a0">, para Bergson nossa alma apresenta duas disposições: ela pode se interessar por seu corpo ou não, como pode também ter ou não a atenção focada na vida. Em outras palavras, a alma pode ou não se direcionar sobre si mesma. Quando se decide pela opção negativa, orienta-se pela e para a matéria. Destarte, a orientação que a alma confere à sua atenção, mesmo quando está totalmente voltada para a ação fabricadora, ou seja, quando se direciona para a matéria de forma quase absoluta, sendo inteligência, possui em torno de si uma franja de intuição. É esta franja que lhe permite extrapolar os limites da matéria para focar-se em si ou na vida, que é a fonte de onde jorram as almas. Desta forma, inteligência e intuição têm a mesma origem. Já Plotino considerava a alma como sendo dupla, possuindo duas funções, afirma Adolphe. Para o filósofo neoplatônico, a alma era dividida em duas partes: a parte superior contemplaria o <i>Uno </i>do qual seria emanação, enquanto a parte inferior se encarnaria para governar e organizar a matéria. Haveria, entretanto, uma troca permanente entre as duas almas, o que nos permitiria vê-las não como dois <i>entes</i> separados, mas como um apenas, importando somente a direção de sua atividade. Este seria o <i>nous</i>.</font><a href="#_ftn8_9042" name="_ftnref8_9042"><i><b><font color="#0000a0">[7]</font></b></i></a><font color="#0000a0"> “Pode-se afirmar, transpondo para a linguagem bergsoniana, que em torno da percepção consciente, há uma “franja” que bem poderia assinalar a presença mais freqüente da parte contemplativa.”</font><a href="#_ftn9_9042" name="_ftnref9_9042"><font color="#0000a0">[8]</font></a>
<p align="justify"><font color="#0000a0">Outro ponto levantado pela comentadora seria o da união das almas pela participação que estas têm na fonte comum, o <i>Uno</i>. Esta última seria, ela mesma, fonte de emanação da unidade do ser, ao qual se remeteriam todos os demais seres. Esta seria a fonte de simpatia que uniria todos os seres. A alma isolada no corpo não passaria de um reflexo passageiro da alma universal. Todas as almas possuem, portanto, a mesma fonte.</font><a href="#_ftn10_9042" name="_ftnref10_9042"><font color="#0000a0">[9]</font></a><font color="#0000a0"> Assim como o <i>Uno</i> é a fonte das almas em Plotino, o <i>nous</i> é o intermédio daquele com o mundo. Para Bergson, esse intermediário seria o <i>élan vital</i> que, nos seres, se individualiza à procura de evolução. Usando uma metáfora criada por Plotino, bem ao modo da filosofia bergsoniana, diz Adolphe que o <i>Uno</i> é como o centro em um círculo, em que todos os raios de uma circunferência dele participariam, nascendo do centro e tendo seu ser nele. O centro é o ponto indivisível e a origem de cada um dos raios. Eles avançam sempre ao redor do círculo, em progressão, embora continuem sempre ligados entre si. O centro (<i>Uno</i>) é a “luz” que emana para um segundo círculo, <i>nous </i>(alma), e depois desses dois existe um terceiro que não é de luz, mas que resplandece a luz do segundo que lhe é contíguo, ou o mundo físico.</font><a href="#_ftn11_9042" name="_ftnref11_9042"><font color="#0000a0">[10]</font></a><font color="#0000a0"> O indivíduo seria então como que uma linha transversal que percorreria os três planos. No primeiro, ele teria o contato com o absoluto, ou <i>Uno</i>; e no último, ele é seu corpo. Entre os dois estaria a alma, <i>nous</i>. A inteligência é a alma do homem quando voltada para fora de si, absorvida pela ação. A intuição é, ao contrário, o movimento desta alma pelos diversos planos psíquicos. Ela é a faculdade que nos permite a possibilidade de encontrar o caminho de volta para o lugar de origem de todas as almas. A fusão mística se daria então, tanto para Plotino como para Bergson, nesta volta da alma em sua conversão para o Ser.</font>
<p align="justify"><b><font color="#0000a0">Referências Bibliográficas</font></b>
<p align="justify"><font color="#0000a0">ADOLPHE, Lydie.<i> La philosophie religieuse de Bergson</i>. Paris: PUF, 1946.</font>
<p align="justify"><font color="#0000a0">BERGSON, Louis-Henri. <i>L&#8217;évolution creatice. </i>Paris: Félix Alcan, 1930.<i></i></font>
<p align="justify"><font color="#0000a0"><i>_____. Cursos sobre a filosofia grega</i>. São Paulo: Martins Fontes, 2005.</font>
<p align="justify"><font color="#0000a0">FERRATER MORA, José. <i>Dicionnario de Filosofía</i>. Buenos Aires: Sudamericana, 1964.</font>
<p align="justify"><font color="#0000a0">VIEILLARD-BARON, Jean-Louis. <i>Conhecer Bergson</i>. Tradução Mariana de Almeida Campos. Petrópolis: Vozes, 2007.</font>
<div align="justify"><font color="#0000a0"><br />
<hr align="left" width="33%" size="1"> </font></div>
<p align="justify"><a href="#_ftnref1_9042" name="_ftn1_9042"><font color="#0000a0">*</font></a><font color="#0000a0"> Mestre em Ciência da Religião pelo PPCIR-UFJF, doutorando em Ciência da Religião. </font>
<p align="justify"><a href="#_ftnref2_9042" name="_ftn2_9042"><font color="#0000a0">[1]</font></a><font color="#0000a0"> Cf. VIEILLARD-BARON. <i>Compreender Bergson</i>, p. 44-47. “A alegria vitoriosa do trágico<i>.”</i></font>
<p align="justify"><a href="#_ftnref3_9042" name="_ftn3_9042"><font color="#0000a0">[2]</font></a><font color="#0000a0"> BERGSON. <i>Cursos sobre a filosofia grega</i>. São Paulo: Martins Fontes, 2005, p. XII-XIII. </font>
<p align="justify"><a href="#_ftnref4_9042" name="_ftn4_9042"><font color="#0000a0">[3]</font></a><font color="#0000a0"> BERGSON. <i>Cursos sobre a filosofia grega</i>, p. XII-XIII. </font>
<p align="justify"><a href="#_ftnref5_9042" name="_ftn5_9042"><font color="#0000a0">[4]</font></a><font color="#0000a0"> Cf. Lydie ADOLPHE. <i>La philosophie religieuse de Bergson.</i> Paris : PUF, 1943, p.p.VII-XI.</font>
<p align="justify"><a href="#_ftnref6_9042" name="_ftn6_9042"><font color="#0000a0">[5]</font></a><font color="#0000a0"> ADOLPHE. <i>La philosophie religieuse de Bergson,</i> p.181. “Bergson remarque lui-même l&#8217;analogie de sa pensée avec celle de Plotin: dans une note de <i>l&#8217;Évolution créatrice </i>il explique que la relation qu&#8217;il établit entre la &#8216;extension&#8217; et la &#8216;distencion&#8217;, &#8216;ressemble par certains côtés à celle que supose Plotin, (dans des développements dont devait s&#8217;inspirer M. Ravaisson), quand il fait de l&#8217;étendue, non pas sans doute une inversion de l&#8217;être originel, mais un affaiblîssement de son essence, une des dernières étapes de la procession.” </font>
<p align="justify"><a href="#_ftnref7_9042" name="_ftn7_9042"><font color="#0000a0">[6]</font></a><font color="#0000a0"> Cf. ADOLPHE. <i>La philosophie religieuse de Bergson,</i> p.p.60-61.</font>
<p align="justify"><a href="#_ftnref8_9042" name="_ftn8_9042"><font color="#0000a0">[7]</font></a><font color="#0000a0"> Assim define FERRATER MORA em seu <i>Dicionário de filosofia</i> o conceito de <i>nous</i> para Plotino: así lo vemos en Plotino, para quien el νους es la segunda hipóstasis, emanada de lo <i>Uno</i> emanadora del Alma del Mundo. El <i>nous</i> plotiniano es, pues, el acto primero del Bien, y es a lo Uno como el círculo es al centro del círculo. El <i>nous</i> es concebido entonces con frecuencia como la visión (inteligible) del principio, de lo <i>Uno</i>, constantemente vuelta hacia él. No es, sin embargo, pura forma: el <i>nous</i> tiene materia y forma, aunque su materia es también de carácter inteligible. (José FERRATER MORA. Dicionario de filosofia. Buenos Aires:Editora Sudamericana, 1964.)</font>
<p align="justify"><a href="#_ftnref9_9042" name="_ftn9_9042"><font color="#0000a0">[8]</font></a><font color="#0000a0"> ADOLPHE. <i>La philosophie religieuse de Bergson,</i> p.61. “c&#8217;est-à-dire, pour transposer dans la langage bergsoniene, qu&#8217;autour de la perception consciente, une “frange” pourrait bien signaler la présence inconsciente le plus souvent de la partie contemplative.”</font>
<p align="justify"><a href="#_ftnref10_9042" name="_ftn10_9042"><font color="#0000a0">[9]</font></a><font color="#0000a0"> Cf. ADOLPHE. <i>La philosophie religieuse de Bergson,</i> p.p.61-62.</font>
<p align="justify"><a href="#_ftnref11_9042" name="_ftn11_9042"><font color="#0000a0">[10]</font></a><font color="#0000a0"> Cf. ADOLPHE. <i>La philosophie religieuse de Bergson,</i> p.185.</font></p>
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