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As nem tão boas notícias da semana

Postado por Marco Antonio Categoria Sem categoria

Para variar, a impunidade deu as caras novamente no falido Congresso Brasileiro. O “dono do castelo” Edmar Moreira foi absolvido do processo de cassação naquela casa. Parece que nossos políticos não entenderam, ainda, que o “julgamento” por pares, teorizado e defendido por filósofos políticos que pensaram a representatividade, não é para a preservação da patota nem para ser usado como troca de favor.

Também naquela casa se esqueceu que a imprensa brasileira é livre, pelo menos por enquanto nosso candidato a ditador (Lulinha, o homem, ou fruto do mar, que não sabe nada) não der seu golpe. Um integrante do programa jornalístico CQC foi agredido por um dos seguranças de José Sarney. Para piorar a situação, a polícia do legislativa negou a agressão, documentada por câmeras de TV e fotógrafos (só não espere ver isso na TV Globo).

Por fim, Lulinha, o amigo do Chávez, disse que tentar retirar o senhor José Sarney da presidência do senado é um golpe do PSDB… e falando em golpe…

Acho que na próxima eleição (se tiver uma) vou votar no Kiko, porque o Chaves amigo dele é bem mais engraçado.  

Saiu hoje no portal G1 da Globo

 

“Chávez se diz um ‘soldado’ e recua de debate com escritor

Escritor peruano critica postura de presidente venezuelano. Mario Vargas Llosa participa de evento em Caracas.

Pouco após o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ter descartado um debate na TV com o escritor peruano Mario Vargas Llosa, intelectuais latino-americanos, entre eles o próprio Vargas Llosa e o mexicano Enrique Krauze, que participaram de um fórum sobre democracia e liberdade em Caracas, defenderam a tolerância como valor do liberalismo.
   Depois de lançar a ideia do debate com outros pensadores "revolucionários e socialistas" em seu programa "Alô Presidente", que celebra 10 anos com quatro dias de programação, Chávez recebeu a resposta positiva do escritor peruano.
   Vargas Llosa sugeriu ainda que o debate fosse entre ele e Chávez, acompanhados por alguns dos intelectuais presentes em Caracas, e em igualdade de condições no tempo para cada um.
   Mas o presidente venezuelano recuou após a proposta. “Posso ajudar moderando, mas o debate é entre intelectuais e eu simplesmente sou um presidente, um soldado", disse. 
   Mais tarde, no fórum de Caracas, o escritor peruano defendeu a tolerância.
   "Um dos grandes valores do liberalismo é a tolerância. É algo que não têm aqueles que criaram um dogma, que é o que acontece na América Latina com a esquerda e às vezes com a direita”, afirmou Vargas Llosa.
   O peruano lamentou que durante sua estadia em Caracas alguns seguidores do presidente Hugo Chávez não criticaram suas ideias e a de outros intelectuais, e sim os "insultam, caricaturizam e ridicularizam".
   "A intolerância levanta muros, baixa cortinas, impede o diálogo, a conversa e o entendimento, que é o que estabelece a paz entre pessoas que têm credos ou ideias diferentes", completou.
   Já o historiador mexicano Enrique Krauze afirmou que no debate político e ideológico não se deve insultar. "É preciso convencer com razões, com ideias".
   Krauze e Vargas Llosa encerraram em Caracas um fórum internacional sobre liberdade e democracia, que também contou com a presença do ex-chanceler mexicano Jorge Castañeda, entre outros.(…)”

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