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William James: um estudo sobre o misticismo

Postado por Marco Antonio Categoria Cinema, Filosofia, Livros

O que gostaríamos de propor em nosso estudo é a aproximação, de forma resumida, da teoria em torno do estado místico, criada por este importante nome no estudo das religiões, nascidos em meados do século XIX . Começaremos nossa análise pelo trecho de uma das cartas trocadas entre James e Henri Bergson. A citação expõe a opinião daquele que foi um dos primeiros críticos e admiradores do pensamento do filósofo e psicólogo norte-americano. Assim Bergson se expõe em sua missiva à Willian James,

Caro confrade Acabo de ler o livro que tivestes a bondade de me enviar – The Varieties of Religious Experience – e que dizer-vos da profunda impressão que esta me causou. Eu a comecei há uma dezena de dias e, desde então, não posso pensar em outra coisa, tão cativante é o livro(…). Lograstes extrair a própria quintessência da emoção religiosa. Sem dúvida sentíamos já que esta emoção é ao mesmo tempo uma alegria sui generis e a consciência de uma união superior; mas qual é a natureza desta alegria e o que é esta união, é o que não parecia nem analisável inexprimível, e é, entretanto, o que vós soubestes analisar e exprimir, graças um procedimento novo que consiste em favorecer ao leitor, pouco a pouco, uma série de impressões de conjunto que interferem e ao mesmo tempo se fundem entre si, no espírito. Acabais de abrir um caminho no qual sereis certamente seguido por muitos outros, mas onde já fostes imediatamente muito longe, que se terá bastante dificuldade para vos ultrapassar e mesmo para vos alcançar. 06 de janeiro de 1903. [BERGSON, 2005: 09]. leia mais… »

Betty Davis

Bette Davis está entre os artistas pagos para promover o fumo

Clark Gable, Cary Grant, Spencer Tracy, Joan Crawford, John Wayne, Bette Davis e Betty Grable receberam dinheiro para promover o tabagismo, de acordo com pesquisadores da Universidade de Nova York.

As fabricantes de cigarro pagavam altas somas para que astros e estrelas dos "Anos de Ouro" de Hollywood promovessem seus produtos.

Documentos liberados pela indústria depois de processos judiciais de grupos de combate ao tabagismo revelam a extensão da relação entre estas empresas e os estúdios de produção cinematográfica.

Uma empresa pagou mais de US$ 3 milhões (em valores de hoje) em um ano para as estrelas.

Em artigo na revista Tobacco Control, pesquisadores disseram que filmes "clássicos" das décadas de 30, 40 e 50 ainda ajudam a promover o fumo hoje.

Praticamente todos os grandes nomes da época estavam envolvidos no merchandising de cigarros, de acordo com os pesquisadores da Universidade de Nova York. Eles tiveram acesso a contratos de merchandising assinados na época para ajudá-los no cálculo do montante de dinheiro envolvido.

‘O cigarro dos atores’

Há acordos que datam do começo da era do cinema falado. O astro de O Cantor de Jazz (Jazz Singer), Al Jolson, assinou testemunhos dizendo que Lucky Strike era "o cigarro dos atores".

Um dos documentos-chave descobertos pelos pesquisadores foi uma lista de pagamentos por um único ano no final da década de 30, detalhando o quanto as estrelas eram pagas pela American Tobacco, fabricante da marca Lucky Strike.

Carole Lombard, Barbara Stanwyck e Myrna Loy receberam US$ 10 mil (equivalente a quase US$ 150 mil hoje), para promover a marca. O mesmo ocorreu com Clark Gable, Gary Cooper e Robert Taylor.

No total, foram pagos aos atores o equivalente, hoje, a US$ 3,2 milhões. Em alguns casos, os fabricantes de cigarro pagaram os estúdios para criar programas de rádio que incluíam a promoção feita por suas estrelas

A American Tobacco pagou à Warner Brothers o equivalente a US$ 13,7 milhões por Your Hollywood Parade, em 1937, e patrocinou The Jack Benny Show de meados da década de 40 a meados da década de 50.

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