2.11.16

Oração contra a pós-modernidade

2.11.16

Por um amor que seja morte-vida Bem me quer União. Por um amor que veja a vida passar pela janela, mas que jamais passe junto com ela. 
Por um amor que transborde a alma a encher de conexão os transtornos da incomunicabilidade. Por um amor que mesmo de longe, seja de perto... 

Por um amor que mesmo aos farrapos, arrastado pelo chão, sujo de lama, sangue (quem não sabe amar é violento com que ama), ainda sim, continue a ser amor. Por um amor que não pare de bater quando os tambor da vida silenciar, que jamais se esconda nos becos, que não precise de escudos. Quero um amor anunciado, que suba nas árvores, um amor que grite, que seja experiência-vivência.

Pelo amor do meu amor, que esse amor realmente tenha a força de um amor, devastador caótico, estrelar. Que o meu amor um dia não se torne o contrário do amor. Se for para movimentar-se, que seja para ser ainda mais amor.

Pelo amor do meu amor, amém.
Paulo Henrique

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Entre notas de rodapé - 2017

Design e Desenvolvimento por Moonly Design / ©