27.8.15

Beleza efêmera

27.8.15

Há um mês estive viajando, conhecendo o norte do Chile. Voltando da cidade de La Serena pude contemplar um por do sol incrível. Foi algo tão gratuito, tão divino, que cheguei a rezar que eu, Igor, já propus tantas luzes e sombras. Propositei tantos sonhos que até esqueci de escrever e hoje se perderam nos sinuosos rios dos meus pensamentos. É por isso que aqueles que tiverem a gentileza e a paciência de passear pelas minhas palavras buriladas e desfrutar dos meus rabiscos se tornarão cúmplices dos meus propósitos. Mas, nada disso me impede de ser errante, transgressor, experienciador de fracassos. Meu Deus quis ser Humano. E isso já me escandalizou muito. Experiências humanas são frágeis, e a beleza, que direi dela? É tão efêmera... de propósito.

Um comentário:

  1. Wesley Araujo dos Santos28 de agosto de 2015 23:14

    Não é por gentileza ou paciência que mergulho por estas palavras buriladas, que todavia não sei o que significa buriladas, mas desfruto desses rabiscos pela ardência que me provoca no coração, e concordo Igor, passear por suas palavras me fez mas cúmplice de seus propósitos, a ponto de desejar que já más se rompa essa cumplicidade.

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Entre notas de rodapé - 2017

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