13.4.15

Adios, Galeano!

13.4.15
"[...] Não tenho nenhum deus. Se tivesse, pediria a ele que não me deixe chegar à morte: ainda não. Falta muito o que andar. [...] Em Montevideu, existe um menino que explica: - Eu não quero morrer nunca, porque quero brincar sempre."
(Impressões digitais, O livro dos abraços)


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Entre notas de rodapé - 2017

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