6.6.14
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Eis que eu sento em frente desse caderno. Observo suas linhas, seus desenhos expressivos e coloridos na borda que agridem o branco. Não me revolto. Uma brisa gelada entra pela janela e corta meu rosto, me causa arrepio e trilha caminhos em direção aos meus olhos. Não há ninguém perto…não há ninguém ao longe… Quem me acompanha é este caderno, que guarda meus sorrisos, minhas dúvidas, minhas inquietações, minhas dores e meus amores. Só ele é quem me responde. Suas linhas infinitas me afastam e me aproximam do meu passado com a mesma facilidade.

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Entre notas de rodapé - 2017

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