4.2.12
4.2.12

No cais de porto ou estação já sinto, então, meu coração tremer pois sem querer um gole de saudade chamou vontade em rio do meu olhar nascer.

Amargo é o tom da despedida pra quem não vê a hora de voltar e relembra no aceno deste lenço tudo o que a vida fez desencontrar.

Um gesto puro, um afago, um carinho Seja pai ou padrinho aos olhos de Deus 
Mão que te abriga, abraça tua vida mostra os atalhos de quem já viveu.

Um bueno parceiro, um amigo do peito que tem o direito de ser meu irmão
Divide comigo tristeza e alegria na simples magia do aperto de mão; na simples magia de um aperto de mão.

Vem meu amigo, vem meu irmão, vem ver quer a felicidade
é uma semente, um sonho da gente que brota em nossa amizade.

Tantos sonhos, desencontros
Tantas vitórias conquistas
Somos da vida os artistas de um roteiro escrito por Deus
Embora longe ou perto Amigos nunca dizem adeus.

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Entre notas de rodapé - 2017

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