13.9.11

Soneto do Amigo

13.9.11
Dedico este poema a todos meus amigos. Aqueles que com um simples sorriso, alegram minha vida. Pelo ombro oferecido nos momentos em que mais preciso...



                                                                                                        
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contém o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...

Vinícius de Moraes



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Entre notas de rodapé - 2017

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